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Irão diz que relatório dos EUA sobre terrorismo "carece de credibilidade"

Logótipo de O Jogo O Jogo 20/07/2017 Administrator

O Irão criticou hoje o relatório sobre terrorismo elaborado anualmente pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos, divulgado na quarta-feira, afirmando que o documento "carece de credibilidade" e tenta branquear a imagem de Washington.

No relatório divulgado na quarta-feira, referente ao ano de 2016, a diplomacia norte-americana considerou que o grupo extremista Estado Islâmico (EI) foi a "mais poderosa ameaça terrorista para a segurança global", e apontou o Irão como "o principal Estado patrocinador do terrorismo".

O documento indicou igualmente que os grupos apoiados pelo regime de Teerão mantiveram em 2016 a capacidade de "ameaçar os interesses dos Estados Unidos e os respetivos aliados".

Num comunicado, o Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano disse que o relatório "tenta desviar a atenção internacional do papel dos Estados Unidos na criação, promoção e apoio de grupos terroristas no mundo, especialmente no Médio Oriente".

E criticou o facto de Washington negar que a República Islâmica do Irão tem estado "na linha da frente na campanha contra o terrorismo mais perigoso naquela região".

Segundo Teerão, o relatório americano "recorre a aspetos pouco realistas", nega factos óbvios e inclui "acusações infundadas".

A nota da diplomacia do Irão, país de maioria xiita, frisou que aqueles que os Estados Unidos consideram como parceiros na luta contra o terrorismo são "os principais locais do nascimento ideológico da maioria dos grupos terroristas nas últimas duas décadas", numa alusão à sunita Arábia Saudita.

O regime de Teerão concluiu que vai manter a sua luta contra o terrorismo e o seu apoio aos governos da Síria e do Iraque no combate contra os extremistas do EI.

A permanência do Irão, juntamente com a Síria e o Sudão, na lista de países patrocinadores do terrorismo do Departamento de Estado norte-americano implica a imposição de sanções, nomeadamente a proibição de venda e exportações de armas.

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