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Iranianos retomam peregrinações a Meca ao fim de um ano de suspensão

Logótipo de O Jogo O Jogo 17/08/2017 Administrator

Após um ano de suspensão das peregrinações a Meca, os iranianos voltam este mês a viajar ao local sagrado na Arábia Saudita, apesar das crescentes tensões entre os dois países.

As autoridades persas cancelaram a peregrinação (hajj) dos seus cidadãos até a Arábia Saudita para garantir a sua segurança, após a debandada registada em 2015 em Meca, que causou a morte de cerca de dois mil peregrinos, incluindo 400 iranianos.

Riade acusou os fieis iranianos de serem os causadores da tragédia por realizaram uma marcha em sentido contrário, enquanto o líder supremo iraniano, Ali Khamenei, chegou a dizer que a "malvada casta saudita não merece dirigir os lugares santos".

Meses depois, as tensas relações entre as potências xiita e sunita do Médio Oriente romperam-se, em janeiro de 2016, devido ao ataque de manifestantes iranianos à embaixada e consulado sauditas.

As negociações entre as duas partes para o recomeço da peregrinação iraniana permitiram chegar a um acordo, em fevereiro passado, que aceitava a maioria das condições de Teerão.

O ministro da Cultura e Orientação Islâmica, Reza Salehí Amirí, assegurou recentemente que a Arábia Saudita "cumpriu com tudo o que é necessário para proteger a dignidade dos peregrinos iranianos" no hajj, que este ano começa no final de agosto.

Um total de 86.500 iranianos, divididos em 600 grupos, vão cumprir com esta tradição islâmica, para a qual foram fretados 335 voos, o último dos quais regressará a 25 de setembro, segundo a Organização da Peregrinação.

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