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Júlio Mendes: "É um orgulho ter sido o primeiro presidente a conquistar a Taça"

Logótipo de O Jogo O Jogo 03/05/2017 Pedro Rocha
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Presidente do Vitória de Guimarães aposta numa repetição nesta temporada, certo de que a final "não vai ser fácil para nenhuma das equipas"

A Taça de Portugal conquistada pelo Vitória de Guimarães em 2012/13 foi um marco inédito para os minhotos. Em entrevista ao portal Mais Guimarães, o presidente Júlio Mendes falou dele com "grande satisfação", embora propondo um novo triunfo no Jamor, estando a equipa apurada para a final da prova rainha do futebol português. "O clube nunca tinha conseguido um título destes. Portanto, é natural que me sinta orgulhoso, mas, essencialmente, sinto uma satisfação muito grande por ter sido eu a ter a sorte de ter proporcionado a dezenas de milhares de vitorianos, vimaranenses e simpatizantes que estão espalhados por todo o mundo", declarou.

O grau de incerteza voltará a ser "enorme" nesta temporada, mas o dirigente não perde a fé. "O Vitória é um clube especial, com uma massa de adepta que acompanha e faz de uma forma absolutamente singular o clube ser uma realidade especial no panorama nacional. Estou convencido que, desse ponto de vista, estaremos mais forte no Jamor, porque contamos com os nossos sócios, eu conto com eles, e sei do que eles são capazes, que são especiais, que adoram o clube, que sentem, que vivem e que choram. Num contexto especial, como uma final, tudo é possível, a incerteza vai estar até ao último minuto e não vai ser fácil para nenhuma das equipas. Mas vamos, e eu pessoalmente vou, com todo o otimismo que fui na outra final, com uma fé inabalável que vamos discutir a vitória e tenho a certeza que a equipa vai deixar a pele em campo para trazer a taça", estimou.

Estando o Vitória em quarto lugar, a retoma dos minhotos é evidente e Júlio Mendes até admite falar numa "nova era", embora com ressalvas. "A equação tem variáveis complexas que estão constantemente a transformar-se, de ano para ano, de época para época, forças que entram e outras que saem, jogadores que entram e outros que saem. Portanto, é necessário todas as épocas repensar toda a estratégia. Se me perguntar se estamos a dar passos firmes para ter uma estrutura cada vez mais inteligente, cada vez mais profissional e cada vez mais experiente, isso estamos e torna-nos mais fortes", assumiu o presidente do clube vitoriano.

A terminar, o dirigente confirmou que pretendia agitar as águas quando declarou que o Vitória tinha um dos plantéis "mais fortes da história", apesar de ter tido a perceção de que o grupo possuía bons valores. "Nos momentos em que temos de comunicar, temos que fazer sempre um misto de enviar a mensagem e de provocar o impacto que queremos para depois ser mais fácil conduzir o destino das instituições. De facto, essa ideia que fiz passar tinha um duplo sentido: criar a confiança necessária, depois de alguns anos de discurso de vida difícil, e nós, mas também os sócios precisávamos, de um discurso de otimismo; também por convicção, porque o plantel que tinha sido construído por mim e por aqueles que comigo colaboram tinha potencial. Quando fiz essa declaração estava absolutamente convencido que estava a falar a verdade às pessoas", referiu.

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