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Jesus: "Schelotto estava desempregado, ninguém o queria"

Logótipo de O Jogo O Jogo 10/03/2017 Hugo M. Monteiro
© Hugo Delgado/LUSA

Questionado sobre as características de Francisco Geraldes, o treinador do Sporting falou sobre a sua capacidade de adaptar jogadores a diversas posições dentro de campo.

Preparação de 2017/18: "Tudo o que se faz, independentemente dos objetivos, é já a preparar a próxima época, pela positiva e pela negativa. Os jovens em que acreditamos, incluindo os que já cá estavam, são jogadores que temos vindo a preparar para o presente, para ganhar, e com uma perspetiva de olhar o futuro. Se dão boas indicações na competição a sério, vamos estar muito mais seguros e antecipar as decisões posteriores. Ou dão certezas ou não dão. É isso que estamos a fazer. Estes jogos que já fizemos com o Palhinha, e que vamos fazer com os outros, aqui ou acolá, conforme os interesses da equipa, como é o caso de amanhã [sábado]".

Cinco jogos sem derrotas, caso não perca em Tondela: "Já tivemos nove ou 10 vitórias consecutivas. O passado é importante para a história dos clubes e para a valorização dos jogadores. No meu primeiro ano, o Sporting fez uma grande equipa, pensávamos que ia ser melhor esta época. Não correu tão bem por algumas coisas que foram acontecendo. Com os erros também se aprende. O que é, para um jogador do Sporting, estar quatro ou cinco jogos consecutivos sem perder? Não é nada. Se queremos andar ao nível de um FC Porto ou de um Benfica, temos de fazer o que fizemos na época passada".

Papel de Geraldes na equipa e adaptação de jogadores: "O Schelotto estava desempregado, ninguém o queria... [risos] O Chico [Geraldes] vai ser um jogador do estilo do João Mário, mas nunca poderá ser um segundo médio. Fará as posições que o João Mário fazia, para outras não tem condições físicas, nem essas características. Ainda não tem bases de conhecimento tático para isso. Ele, o Podence, o Palhinha, o Matheus... Todos eles têm qualidade individual, tecnicamente. No futebol há duas componentes, o jogador com bola e o jogador sem bola. Analisando um jogo com 90 minutos, tirando o Messi, em 85 minutos os jogadores não têm a bola. Não conta tecnicamente nada. Ser tecnicamente evoluído não chega. O Messi é que chega aos quatro minutos e meio com bola, os outros andam ali nos três minutos e meio. Ele e o Ronaldo têm mais ações individuais. Quando o jogador tem bola, faz coisas bonitas, interessantes, mas não se pode olhar só para isso".

Palavras de Pepa (treinador do Tondela): "Não direi que o Tondela vai correr mais ou não, mas isso é normal. As equipas mais pequenas, contra os grandes, correm muito mais. Olhando para o Tondela contra o Rio Ave nem parecem os mesmos. São seis jogos contra os grandes por época, e, nesses jogos, os jogadores têm uma adrenalina e motivação que os fazem correr muito mais do que o normal. Vai-nos acontecer isso e estamos preparados para tal. A intensidade dos jogadores do Tondela é maior do que a dos jogadores do Sporting, porque a nossa equipa é muito melhor tecnicamente. A motivação de um jogador é diferenciada nesses jogos".

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