Ao utilizar este serviço e o conteúdo relacionado, concorda com a utilização de cookies para análise, anúncios e conteúdos personalizados.
Está a utilizar uma versão de browser mais antiga. Utilize uma versão suportada para obter a melhor experiência possível com o MSN.

João Félix, o magricela que escapou ao FC Porto e brilha no Benfica

Logótipo de O Jogo O Jogo 26/04/2017 Alcides Freire
João Félix com o portista Diogo Dalot no FC Porto-Benfica, em juniores © Ivan Del Val/Global Imagens João Félix com o portista Diogo Dalot no FC Porto-Benfica, em juniores

O médio-ofensivo - também joga a extremo - não ficou no FC Porto por falta de físico, tendo optado por ingressar no Benfica em 2015

Já há quem veja em João Félix, jovem de 17 anos que brilhou na última edição da Youth League, um novo Bernardo Silva. Mas, fugindo a comparações sempre sujeitas a confirmações - ou não - no futuro, certo é que o médio-ofensivo (que também joga a extremo) é uma das grandes promessas do Benfica. No Seixal, em cerca de ano e meio, tem crescido, corrigindo o aspeto que pesou na sua saída do FC Porto, onde passou sete anos da formação: o físico.

Félix chegou a fazer parte do chamado Projeto Jogador de Elite (PJE), ou seja, área onde apenas os melhores jovens da formação portista entrariam. O facto de ser franzino, apurou O JOGO, foi determinante nas dificuldades do jogador em se afirmar plenamente, razão pela qual quis sair em 2015, em busca de melhor perspetiva de evolução futura. O diamante de invulgar talento, como é visto na estrutura das águias - a par de nomes como João Carvalho, Diogo Gonçalves, Rúben Dias ou José Gomes -, está agora a ser lapidado para aliar mais músculo às qualidades técnicas e táticas que já o fazem brilhar. O jovem, aliás, tem adquirido massa muscular significativa e quem vê esse crescimento melhor é o pai, Carlos Sequeira. "Nota-se já uma diferença grande e, em apenas um ano, tem evoluído bastante", admite a O JOGO.

É na infância que estão as raízes futebolísticas de João Félix, ele que com apenas quatro anos já acompanhava o pai quando este jogava futebol, na distrital de Viseu. "Ao intervalo dos jogos ele era um dos que iam para o meio campo dar toques na bola e já chamava a atenção", lembra Carlos Sequeira. Mais tarde, quando este era adjunto no Tondela e treinador na escolinha "Os Pestinhas", foi dado o passo-chave para uma história que teve passagem no FC Porto e, agora, no Benfica. "O João sempre teve forte empatia com a bola e comecei a levá-lo para os treinos", recorda Sequeira, que hoje não perde um jogo do filho.

REPORTAGEM COMPLETA NA EDIÇÃO E-PAPER

AdChoices
AdChoices

Mais de O Jogo

image beaconimage beaconimage beacon