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João Góis e o empate com o Tondela: "Não foi bom, mas também não foi mau"

Logótipo de O Jogo O Jogo 08/03/2017 Hugo M. Monteiro

Lateral do Paços de Ferreira acredita que a formação da capital do móvel vai garantir a permanência na I Liga.

O defesa João Góis recusou esta quarta-feira o caráter decisivo da visita ao Nacional, assegurando que o Paços de Ferreira trabalha sem a pressão dos pontos, consciente de que vai conseguir a permanência na I Liga.

"Queremos pontuar em todos os jogos, independentemente do adversário, e não temos ainda a pressão dos pontos. Fazemos o nosso trabalho e sentimos que vamos conseguir os nossos objetivos", disse João Góis à Lusa.

© Global Imagens

De regresso à competição, após ausência de quase três meses, devido a lesão no tornozelo, o lateral disse acreditar que o empate recente em Vila do Conde (0-0 diante do Rio Ave), contrariando o histórico desta época, aumentou a confiança do grupo para fazer melhor nos jogos fora, mas recusou o caráter decisivo do jogo com o aflito Nacional, no domingo.

"Não é bem decisivo, como também não foi com o Tondela, mas são pontos extremamente importantes, uma vez que nos permitem aumentar a distância para as equipas em zona de descida, neste caso", sublinhou.

Sobre o nulo com o Tondela, último classificado com os mesmos 16 pontos do Nacional (o Paços tem mais nove), ambos em zona de descida, Góis disse que a equipa pacense cumpriu.

"Portamo-nos bem, ao não deixar jogar o adversário, como nos foi pedido. Ganhámos um ponto ao Nacional [goleado pelo FC Porto, por 7-0] e mantivemos a distância para o Tondela. Não foi bom, mas também não foi mau", argumentou.

O defesa madeirense, que fez a sua formação no Nacional, defendeu que o grau de dificuldade deste reencontro será semelhante ao confronto com o Tondela, esperando que o Paços possa capitalizar a goleada sofrida pelos insulares no Dragão.

"[O Nacional] É mais uma equipa como o Tondela, jogam muito fechados e dão muito pouco espaço interior. A goleada sofrida por eles pode ser algo bom ou mau, dependendo da forma como entrarmos. Se entrarmos fortes e conseguirmos impor o nosso jogo desde o início, será bom para nós", referiu.

Góis, de 26 anos, não deixou de reconhecer que "o maior perigo vem das transições" do Nacional, em função dos "jogadores rápidos nas alas", mas reiterou que o Paços ganhou nova confiança após o empate em Vila do Conde, aumentando para cinco os pontos conseguidos em 36 possíveis (uma vitória, dois empates e nove derrotas fora).

Em final de contrato, João Góis, que cumpriu 90 minutos frente ao Tondela, manifestou-se "satisfeito" por voltar a competir e, apesar do cansaço normal de quem não jogava desde 16 de dezembro de 2016 (alinhou 18 minutos na vitória caseira com o Belenenses, por 1-0), espera recuperar rapidamente a melhor forma física e justificar as razões da sua contratação, em 2015/16.

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