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Jogadores passam a ter fundo de pensões

Logótipo de O Jogo O Jogo 09/10/2017 Ireneu Ribeiro

A FPF e o Sindicato de Jogadores acordaram a extensão até ao final da época 2019/20 do protocolo que une as duas entidades

Num acordo histórico, a Federação Portuguesa de Futebol (FPF) e o Sindicado de Jogadores Profissionais de Futebol (SJPF) as duas entidades fizeram nascer o primeiro fundo de pensões para futebolistas

© fpf.pt

O protocolo passa a abranger, além das áreas já definidas em documentos anteriores, também um fundo de pensões dos jogadores que possa, nas palavras do presidente da FPF Fernando Gomes, ser "uma almofada que permita aos jogadores encarar o final da carreira de futebolista".

Na cerimónia de assinatura do protocolo, que decorreu na Cidade do Futebol, o líder sindical, Joaquim Evangelista, alertou para "os problemas que surgem na transição e no final de carreira" dos futebolistas. Até por isso, o presidente do SJPF olha para este fundo de pensões "como um objetivo atingido, algo há muito procurado pelo Sindicato e à semelhança do que sucede nos demais países europeus".

O que devem, então, fazer os atletas? Joaquim Evangelista explicou, ao sítio da FPF, que nada vai alterar o regime contributivo para o IRS e Segurança Social. "O fundo de pensões, além de instrumento de poupança, permite ao atleta resgatar esse montante no final da carreira desportiva (35 anos) e deduzir até 50% (das verbas afetas ao Fundo) ao seu rendimento bruto. É um regime complementar a que os jogadores, voluntariamente, poderão aderir, sem comprometer o regime geral".

O fundo de pensões criado, com a comparticipação financeira da FPF, "vai agora ser remetido ao Governo, aos grupos parlamentares, clubes e associações.

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