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Jorge Costa: "Tinha grandes guerras com Jardel e ele calava-me"

Logótipo de O Jogo O Jogo 09/03/2017 Hugo Monteiro
© Fornecido por O jogo

Jorge Costa fez uma viagem ao passado numa entrevista ao Porto Canal. A conquista do Tri foi inesquecível, num percurso de glória e também alguns erros.

Braçadeira e número 2 nas costas: "O FC Porto estava e estará para sempre cá dentro. Herdar a camisola 2 do João Pinto e a braçadeira, para alguém que sente o FC Porto como eu sinto...".

Professores: "Tive bons professores: João Pinto, Jaime Magalhães, Semedo... Um capitão sozinho não consegue nada, estive bem rodeado. Baía, Domingos, Nuno Espírito Santo, Paulinho, Capucho...".

Braçadeira com 25 anos: "Tinha jogadores com mais ano de FC Porto, mais idade, as pessoas decidiram que seria eu a pessoa indicada para ser um capitão, um líder. É muito melhor ouvirem um Ricardo Carvalho, Lucho, Quaresma a falar de mim do que eu próprio. Ser líder é natural, não impões um líder. Não consegues treinar um líder, ou és, ou não és. Tem a ver com feitios, personalidade. Ou tens dentro de ti ou jamais vais ter"

O tri: "Era uma utopia. Éramos gozados com a história do tri. Conseguimos inverter a história, depois bem o Tetra e o Penta. Foi o tal clique de mudança que se calhar o FC Porto precisava para acabar com os fantasmas. Acho que o FC Porto andou muitos anos com um bloqueio do tri. Felizmente conseguimos desbloquear. Tetra? Foi uma consequência do que tínhamos feito. Éramos muito confiantes"

Jardel: "Tinha grandes guerras durante o jogo com o Jardel. Ele calava-me sempre e dizia: 'Fala agora'. Chamava-o de tudo. Vês uma equipa toda a trabalhar e o Jardel.... Só que faz dois, três, quatro golos. Ainda bem que me calava".

Erros depois do Penta: "O ano do Penta foi muito bom. Depois cometeram-se erros com contratações. Houve muitos erros em termos de contratações, pela qualidade e personalidade das pessoas. Foram anos complicados. Já não era o mesmo FC Porto. Tínhamos elementos que não deviam estar. Havia um perfil que não foi seguido. Não basta ser bom jogador. Às vezes é preferível não ser tão bom jogador. Eram bons jogadores, mas não eram bons jogadores para aquele FC Porto".

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