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Jorge Simão não vê heróis na baliza do FC Porto

Logótipo de O Jogo O Jogo 27/10/2017 Francisco Sebe

Treinador do Boavista desvaloriza a preponderância de quem quer que venha a ser titular no dérbi do Bessa e explica porquê, na véspera de receber o líder do campeonato.

© Fábio Poço/Global Imagens

Casillas ou José Sá na baliza do FC Porto? A questão arrasta-se desde que Sérgio Conceição remeteu para o banco o internacional espanhol, mas, no Bessa, próximo destino do líder do campeonato, o treinador Jorge Simão nem percebeu à primeira, quando, esta sexta-feira, lhe perguntaram se esta questão mexe com a probabilidade de o Boavista atingir o adversário. "Mas, já sabe quem é que vai jogar? É que eu não sei. Mas, seja um ou outro, quando uma equipa apresenta quatro golos sofridos em nove jogos, é porque o guarda-redes não tem muito trabalho", atirou Jorge Simão: "Não é o guarda-redes que é o herói, é a própria equipa, a forma como defende, as zonas onde pressiona, a agressividade com que o faz é que faz com que a bola chegue menos à área do FC Porto e o guarda-redes intervenha muito menos vezes".

Depois de ter surpreendido o Benfica, quando substituiu Miguel Leal no comando técnico do Boavista, Jorge Simão escudou-se no negócio das apostas para ilustrar a questão do favoritismo: "Esperando já uma questão desse teor, tive a curiosidade, a simples curiosidade de consultar as casas de apostas, porque acho que é o melhor parâmetro para perceberem, em termos teóricos, quais são as nossas possibilidades de vitória e o que frisam é que a percentagem de sucesso para o FC Porto está nos 91 por cento. A nós, restam nove por cento para dividir entre a vitória e o empate. Isto é o plano teórico. Agora, de acordo com as incidências do jogo, pode-se inverter. Ao intervalo pode ainda acentuar-se esta percentagem de vantagem do FC Porto, ou não. É nessa base que nos preparamos e acreditamos que podemos, obviamente, chegar ao intervalo e ao fim do jogo aumentando as hipóteses de sucesso".

Além das casas de apostas, Jorge Simão pesquisou também as origens deste dérbi tripeiro reeditado amanhã e descobriu que é "o mais antigo do futebol português".

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