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Julgamento de conspiradores contra o Estado no Montenegro adiado a pedido da defesa

Logótipo de O Jogo O Jogo 19/07/2017 Administrator

O mediático julgamento no Montenegro de dois russos e 12 outras pessoas acusadas de conspiração para minar a candidatura de adesão do país à NATO foi hoje adiado em consequência do pedido da defesa para substituir o procurador.

A juíza Suzana Mugosa adiou a audição até que a Procuradoria-Geral montenegrina decida sobre o pedido da defesa contra o procurador e a sua equipa.

Os 14 réus -- grupo que inclui dois cidadãos russos e dois líderes da oposição no país -- são acusados de "criar uma organização criminosa". Os dois cidadãos russos são ainda acusados de terrorismo.

A acusação alega que planearam tomar de assalto o Parlamento montenegrino, assassinar o então primeiro-ministro, Milo Djukanovic, e instalar uma liderança pró-russa por forma a impedir a adesão do Montenegro à Aliança Atlântica.

Os cidadãos russos, identificados como Eduard Shishmakov e Vladimir Popov, alegadamente coordenaram a operação a partir da vizinha Sérvia. Os dois homens continuam fugidos e serão julgados à revelia.

Um dos réus, o líder da oposição Andrija Mandic, afirmou hoje que o julgamento é um "processo de encenação política". Os advogados da defesa denunciaram a alegada falta de isenção do procurador Milivoje Katnic e da sua equipa, a quem acusam de "contaminar" o caso.

A Rússia negou o envolvimento na alegada conspiração. O Montenegro aderiu à NATO em junho, apesar da forte oposição de Moscovo.

O julgamento tem merecido a cobertura em direto por parte da televisão pública do Montenegro.

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