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Julgamento do homicídio de magistrado moçambicano decorre à porta fechada

Logótipo de O Jogo O Jogo 25/10/2017 Administrator

O Tribunal Judicial da Província de Maputo começou hoje o julgamento de uma mulher e um homem acusados de participação no assassinato do magistrado moçambicano Marcelino Vilankulo, numa sessão a que a imprensa foi impedida de assistir.

No banco dos réus estão sentados uma mulher acusada pela justiça moçambicana de ter estudado os movimentos de Marcelino Vilankulo, um magistrado do Ministério Público, para permitir a sua localização, e um homem, que conduzia a viatura em que seguia o atirador.

Depois de as autoridades judiciais terem anunciado inicialmente que o julgamento iria decorrer no Tribunal Judicial da Província de Maputo, na cidade da Matola, a cerca de 12 quilómetros da capital do país, os jornalistas foram surpreendidos com a informação de que a sessão tinha sido transferida para a Cadeia Civil, na Cidade de Maputo, e que já estava a decorrer.

Na Cadeia Civil, os guardas da penitenciária impediram a entrada dos jornalistas no recinto do julgamento, que acabou por decorrer à porta fechada.

Implicado neste caso, além das duas pessoas que estão a ser julgadas, estava também um homem considerado pela justiça como mandante do homicídio, José Coutinho, foi encontrado morto a 70 quilómetros de Maputo.

Um quarto elemento, outro homem, também implicado no homicídio encontra-se foragido, depois de se ter evadido da cadeia, onde aguardava julgamento em prisão preventiva.

À data da morte, Marcelino Vilankulo tinha em mãos processos relacionados com a onda de raptos que assolou cidades moçambicanas entre 2012 e 2016.

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