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Líder de Hong Kong rejeita "motivações políticas" na prisão dos líderes estudantis do 'Occupy'

Logótipo de O Jogo O Jogo 21/08/2017 Administrator

A chefe do executivo de Hong Kong qualificou hoje de "totalmente infundadas" as acusações de que motivações políticas estiveram relacionadas com a condenação de três dos principais líderes estudantis dos protestos de 2014 a penas de prisão efetivas.

"Espero que as alegações infundadas não afetem a confiança do público no Estado de Direito de Hong Kong", afirmou Carrie Lam, rejeitando as acusações de "perseguição" ou de "repressão" políticas, de acordo com o jornal South China Morning Post.

Joshua Wong (20 anos), Alex Chow (27 anos) e Nathan Law (24 anos) foram condenados, na quinta-feira, respetivamente, a seis, sete e oito meses de prisão, uma sentença agravada após recurso do Departamento de Justiça de Hong Kong da decisão judicial de há um ano.

Wong e Chow foram previamente declarados culpados de assembleia ilegal e Law de incitar outros a uma reunião ilícita por invadirem uma área no exterior da sede do governo, conhecida como Civic Square, no âmbito de um protesto a 26 de setembro de 2014.

Os dois primeiros tinham sido condenados a trabalho comunitário, que já cumpriram, enquanto Chow foi inicialmente condenado a três semanas de prisão mas com pena suspensa.

As declarações da líder do Governo de Hong Kong têm lugar precisamente um dia depois de milhares de pessoas terem saído a rua na antiga colónia britânica em protesto contra a condenação a penas de prisão efetivas dos três jovens ativistas.

Segundo os organizadores, tratou-se da maior manifestação desde o 'Occupy' ou da "Revolução dos Guarda-Chuvas", como ficou também conhecido o movimento que ocupou as ruas de Hong Kong, durante 79 dias, no outono de 2014.

Os organizadores do protesto de domingo indicaram que a adesão foi maior do que o esperado, mas não facultaram uma estimativa.

Com efeito, segundo os números da polícia de Hong Kong, citados pelos 'media' locais, a marcha juntou 22 mil pessoas.

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