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Língua Portuguesa é "o vetor mais forte" do Festival O Sol da Caparica

Logótipo de O Jogo O Jogo 27/07/2017 Administrator

A Língua Portuguesa foi hoje apontada como "o vetor mais forte" do Festival O Sol da Caparica, que acontece de 10 a 14 de agosto no parque urbano da Costa de Caparica, em Almada.

"A Língua Portuguesa é o vetor mais forte e, ao mesmo tempo, um forte ponto de encontro" d'O Sol da Caparica, disse hoje o vice-presidente da Câmara Municipal de Almada, José Gonçalves.

O festival apresenta nomes como Carlos do Carmo, Mariza, Teresa Salgueiro, Rita Guerra, HMB, Bonga, os Tais Quais, António Zambujo, Matias Damásio, Djodje, Dealema e Xutos & Pontapés, entre outros.

António Miguel Guimarães, diretor artístico do festival, que efetua este ano a sua 4.ª edição, afirmou que sendo este um certame "centrado na Língua Portuguesa, não está excluído qualquer outro idioma", mas pretendia que esse outro idioma se apresentasse "de forma natural e em parceria com um músico lusófono".

Em declarações à agência Lusa, António Miguel Guimarães realçou a importância que tem, neste festival, "a apresentação de projetos musicais novos, de artistas com novos discos" e garantiu que "haverá mais novas a acontecerem, nomeadamente parcerias".

"Surpreendentes", prometem ser os Tais Quais, grupo cuja semente fora os Rio Grande e que é constituído por Vitorino, Tim, Vicente Palma, Celina da Piedade, Paulo Ribeiro e Sebastião.

"Vamos ser surpreendentes, nós temos um espírito de acampamento e que é a ideia para este festival, quando vamos para um palco nunca sabemos o que pode acontecer, sabemos as músicas, mas o desempenho de Jorge Serafim [apresentador e contador de histórias] surpreende a nós próprios em palco", disse à Lusa Celina da Piedade.

Os Tais Quais fecham o palco SIC/RFM, no dia 11, que inclui o DJ Nuno Calado, HMB, Regula, Criolo e Mariza.

Entre as novidades este ano está o anfiteatro, construído na praça Santo António, no parque urbano da cidade da Costa de Caparica, que tem uma capacidade para cerca de 2.000, disse António Miguel Guimarães.

"Este anfiteatro, com capacidades raras na área da Grande Lisboa, permite a realização de diferentes tipos de espetáculo, de concertos sinfónicos ao pop/rock, passando pelo cinema e o bailado", disse o diretor artístico.

Este anfiteatro vem reforçar a ideia de que "a ida à Costa de Caparica seja um ato de permanência e não sazonal", disse por seu turno António Gonçalves.

A programação d'O Sol da Caparica divide-se por sete espaços, um deles exclusivamente dedicado à dança, e este ano maior que nas edições anteriores, incluindo a participação, entre outros, de Pete Tha Zouk, Trevo, Capicua, Sean Riley & The Slowriders, Virgul, Os Tubarões, Bispo, Samuel Úria e os Trovante.

Um espaço é totalmente dedicado aos praticantes de 'skate' e outro, já com cerca de 60 tendas, dedicado ao surf, e ainda o 'Lounge Floresta' onde estará patente a exposição "Ruar" do ilustrador Pedro Lourenço e se apresenta "Folclore Digital", por VJ Suave.

Outro dos palcos é o do anfiteatro, por onde passará o projeto "Jardins Sonoros -- Rimas e Batidas", por Rui Miguel Abreu, e a Lisbon Poetry Orchestra que apresenta três espetáculos diferentes: "Poetas Portugueses de Agora", "José Afonso e Adriano correia de Oliveira", e "Debaixo da Língua", este último o mote de um espaço de debate e conversa, coordenado por Rui Miguel Abreu, Miguel Cadete e Alexandre Cortez, que contará também com a participação e declamadores como Miguel Sopas, Cláudia R. Sampaio e Rita Telhado.

A programação d'O Sol da Caparica está disponível em www.osoldacaparica-festival.pt.

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