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La Liga: broncas ainda antes de começar e um clássico no arranque

Logótipo de O Jogo O Jogo 16/08/2017 Ana Proença
© REUTERS/Juan Medina

A liga espanhola arranca este fim de semana com o clássico Real Madrid-Barcelona.

O campeão Real Madrid e o rival Barcelona iniciam neste fim de semana o braço-de-ferro clássico na liga espanhola, extensível ao futebol europeu e potenciado pelos astros Cristiano Ronaldo e Lionel Messi.

A época 2017/2018 não poderia ter começado com maior dramatismo, ainda antes do pontapé de saída do campeonato, com a expulsão controversa de Ronaldo na primeira mão da Supertaça, que lhe vai custar cinco jogos de suspensão, por ter empurrado o árbitro.

O avançado português, que regressou mais tarde aos treinos, só entrou em campo na segunda parte, ainda a tempo de marcar um golo notável no triunfo do Real Madrid em Barcelona, por 3-1, antes de ser expulso por acumulação de cartões amarelos, por ter simulado uma grande penalidade.

O Real Madrid não poderá contar com o seu jogador mais influente nas primeiras quatro jornadas, mas o desempenho recente de Isco e da estrela em ascensão Asensio devem deixar descansado o treinador Zinedine Zidane.

Foi, praticamente, sem Ronaldo - que apenas jogou os últimos sete minutos -- que o campeão espanhol e europeu, após um raro defeso sem contratações sonantes, conquistou a Supertaça europeia, ao impor-se por 2-1 ao Manchester United, treinado pelo português José Mourinho.

Depois de uma temporada em que apenas conquistou a Taça do Rei, o Barcelona decidiu mudar algo e escolheu mudar de treinador, com Ernesto Valverde a substituir Luis Enrique, mas a saída do avançado brasileiro Neymar é que não estaria nos planos do clube catalão.

O Paris-Saint Germain pagou os 222 milhões de euros da cláusula de rescisão, fazendo de Neymar a transferência mais cara do futebol mundial, e criou um problema sério ao Barcelona, que, ao contrário do rival madrileno, terá de encontrar o companheiro ideal para Messi e Luis Suárez.

Tal como o Barcelona procura recuperar a coroa de campeão, também o avançado argentino, melhor futebolista mundial em 2009, 2010, 2011, 2012 e 2015, tenta voltar a conquistar a Bola de Ouro, até porque a 2017 parece destinada a Ronaldo, que já venceu o troféu em 2008, 2013, 2014 e 2016.

O Atlético de Madrid, que está impedido de contratar jogadores, mas segurou o avançado francês Antoine Griezmann, procura intrometer-se entre os dois colossos do futebol espanhol e europeu, tal como fez em 2014, o único dos últimos 13 títulos que escapou a Real Madrid ou Barcelona.

Enquanto o Real Madrid deixou sair dois portugueses -- Pepe, transferido para o Besiktas, e Fábio Coentrão, emprestado ao Sporting -, o Barcelona reforçou-se com o defesa Nélson Semedo, uma das vendas milionárias do Benfica, mantendo no plantel o médio André Gomes.

O Valência é o clube mais português da na Liga espanhola, com três jogadores lusos - Rúben Vezo, João Cancelo e Nani - destacando-se também o regresso do internacional Antunes, para representar o Getafe, por empréstimo do Dínamo Kiev.

Luisinho e Bruno Gama, ambos no Deportivo, Paulo Oliveira e Bebé, no Eibar, Kévin Rodrigues, na Real Sociedad, Daniel Carriço, já um histórico do Sevilha, e Rúben Semedo, recém-contratado pelo Villarreal ao Sporting,

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