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Las Vegas/Ataque: Trump diz que atirador é homem "muito, muito doente"

Logótipo de O Jogo O Jogo 03/10/2017 Administrator

O Presidente norte-americano, Donald Trump, classificou hoje como um homem "muito, muito doente" o atirador que no domingo matou 59 pessoas e feriu centenas de outras num festival de música em Las Vegas.

Trump, que falava aos jornalistas quando se preparava para partir numa visita à ilha de Porto Rico, recentemente devastada pelo furacão Maria, chamou o atirador de "demente" e disse que as autoridades estão a investigá-lo "muito seriamente".

Referiu-se ainda à polícia de Las Vegas, que disse estar a fazer "um trabalho incrível".

Questionado sobre a legislação sobre as armas, o chefe de Estado disse: "Havemos de falar sobre as leis das armas à medida que o tempo passa".

O antecessor de Trump, Barack Obama, respondeu a ataques com armas com apelos a medidas mais apertadas de controlo da posse de armas.

Já na segunda-feira, Trump considerou que o ataque contra o festival de música 'country', que decorria ao ar livre com dezenas de milhares de espetadores, foi um "ato de pura maldade" e declarou que o país se uniria em apoio aos sobreviventes.

Anunciou ainda que na quarta-feira, depois da visita de hoje a Porto Rico, se desloca a Las Vegas para se encontrar com as famílias das vítimas e anunciou que as bandeiras seriam colocadas a meia haste.

"A nossa unidade não pode ser abalada pelo mal, os nossos laços não podem ser quebrados pela violência", disse o Presidente dos EUA.

Pelo menos 59 pessoas morreram e 527 ficaram feridas quando um homem disparou continuamente desde o 32.º andar de um hotel no domingo à noite em Las Vegas, no Estado do Nevada, sobre uma multidão que assistia a um concerto de música 'country' ao ar livre.

A polícia federal norte-americana (FBI) indicou que o autor do ataque - identificado como Stephen Paddock, um residente local de 64 anos -, não tinha qualquer relação com grupos terroristas.

Esta informação do FBI surgiu depois de o grupo extremista Estado Islâmico (EI) ter reivindicado o ataque, sem fornecer qualquer prova da sua alegação.

As autoridades ainda não identificaram qual o motivo do ataque, mas acreditam que o homem, que se matou de seguida, agiu sozinho.

Entretanto, as autoridades anunciaram que o atirador tinha 23 armas no quarto de hotel onde se encontrava e que encontraram pelo menos 19 armas, explosivos e milhares de munições na sua casa, em Mesquite, no Nevada.

Segundo a agência Associated Press, este foi o tiroteio mais mortífero da História moderna dos Estados Unidos da América, ultrapassando o número de vítimas do ataque numa discoteca de Orlando, em junho de 2016, que fez 49 mortes.

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