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Leonardo Jardim "construiu" máquina de fazer dinheiro no Mónaco

Logótipo de O Jogo O Jogo 27/03/2017 João Cardoso

Imprensa espanhola fez as contas e chegou à conclusão de que o clube monegasco é uma autentica máquina de fazer dinheiro desde de 2014, altura em que o treinador português assumiu o cargo

Desde que Leonardo Jardim chegou ao Mónaco que o clube não parou de crescer. Apesar das muitas vendas de jogadores, o treinador português tem consigo encontrar soluções que mantêm a equipa competitiva e que, para além disso, aumentam a qualidade do futebol praticado, o rendimento nas diversas competições e que atraem os "tubarões europeus".

Mbappé é o mais recente exemplo da capacidade de reestruturação do plantel do Mónaco. O jovem, de apenas 18 anos, é uma das principais figuras do campeonato francês esta época e as ofertas milionárias já começaram a chegar ao principado. Segundo os espanhóis, o Real Madrid já se mostrou disponível para pagar mais de 100 milhões de euros para garantir a contratação do atleta.

Para além do prodígio francês, há um leque de atletas que podem render muitos milhões à formação orientada por Leonardo Jardim este verão. Bernardo Silva é outro exemplo, com equipas como o Barcelona ou o Manchester United interessadas na sua contratação. Ao internacional português, juntam-se ainda Bakayoko, Mendy ou Sidibé.


O Mónaco tornou-se desde 2014 num dos principais agitadores dos mercados, tendo como primeiro destaque a venda de James ao Real Madrid por 75 milhões de euros. Nesse mesmo mercado, Falcao saiu por empréstimo para o Manchester United, num negócio que rendeu mais oito milhões ao clube francês. Foi nesse ano -no mercado de inverno - que chegou Bernardo Silva, a troco de 15 milhões de euros.

No verão seguinte, o Mónaco continuou imparável a fazer dinheiro: Martial saiu para o Manchester United por 50 milhões de euros (mais 30 por objetivos) e Kondogbia fez as malas e partiu para o Inter a troco de 36 milhões. Para além dos dois atletas, também Kurzawa deixou os monegascos para assinar pelo PSG - negócio feito por 25 milhões -, Carrasco mudou-se para o Atlético de Madrid a troco de 17,2 milhões e Ocampos foi para o Marselha por 7,5 milhões, o mesmo valor que o Chelsea pagou pela cedência de Falcao.

A nível de contratações do Mónaco no verão de 2015/16, destacam-se Cavaleiro e Adama, por 15 milhões, bem como Lemar (4 milhões) e Fabinho (6 milhões).

O último verão foi mais tranquilo - saiu Ivan Cavaleiro por oito milhões de euros - e o resultado está à vista: o Mónaco é líder do campeonato francês e acaba de eliminar o milionário Manchester City da Liga dos Campeões, garantindo um lugar nos quartos de final da competição.

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