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Lisboa Belém Open: Domingues ganhou, mas não se sentiu muito bem

Logótipo de O Jogo O Jogo 13/06/2017 Mónica Santos

João Domingues reconheceu que teve de se manter "sólido e forte" para se manter em jogo, uma vez que o adversário, o 271º jogador do ranking, não lhe deu ritmo.

João Domingues assumiu, esta terça-feira, que não se sentiu completamente confortável no encontro da primeira ronda do Lisboa Belém Open, mas garantiu que, pelo contrário, está cada vez mais adaptado aos torneios challenger.

"Hoje, não me senti muito bem, é o primeiro encontro. O primeiro encontro de um torneio é sempre complicado. Estou a habituar-me às condições. O jogo está bastante rápido, os campos estão com buracos e a bola a ressaltar bastante. E ele tem um serviço muito rápido e tem uma das direitas mais pesadas que já defrontei", começou por analisar o número quatro português, que derrotou o indiano Prajnesh Gunneswaran, por 7-5 e 6-4.

João Domingues reconheceu que teve de se manter "sólido e forte" para se manter em jogo, uma vez que o adversário, o 271º jogador do ranking, não lhe deu ritmo.

"Tenho-me sentido bem em challengers. Após o Estoril Open, joguei o meu primeiro quadro principal de um challenger e estava um pouco inseguro, com algumas dúvidas. E correu bastante bem, acabei por ganhar o torneio. Foi fácil a transição, melhor não podia ser. Quero consolidar ao máximo o meu nível nestes torneios para ter uma base para subir aos poucos", declarou.

O jovem de Oliveira de Azeméis, que esta semana ocupa a 180ª posição da hierarquia mundial, considerou que o Lisboa Belém Open veio ajudar todos os tenistas nacionais, que desde 2013 não podiam contar com um challenger em Portugal.

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"Haver um challenger aqui é fundamental, não só para mim, mas para todos os portugueses. Um torneio deste nível é muito importante para o ténis nacional, que está a desenvolver-se a olhos vistos", defendeu.

Domingues sublinhou ainda que não tem qualquer expectativa para Wimbledon, onde fará a estreia numa fase de qualificação de um Grand Slam.

"Vai ser uma boa experiência. Nunca joguei em relva natural, falei com os jogadores que já jogaram o qualy. Perguntei-lhes pelas infraestruturas, pela rapidez. Dizem-me que é mais difícil. Tudo o que vier vai ser ótimo para mim", assumiu, garantindo que o seu único propósito é melhorar o nível tenístico, de forma a que os resultados desportivos comecem a aparecer.

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