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Luís Sénica quer ser campeão "seja na China, debaixo de água ou no alto da torre Eiffel"

Logótipo de O Jogo O Jogo 01/09/2017 Cristina Aguiar

O selecionador nacional de hóquei em patins está determinado em trazer o título da

O técnico está confiante numa vitória e na continuação do ciclo vitorioso de Portugal, independentemente de o Mundial, que começa no domingo, se disputar na longínqua cidade chinesa de Nanjing, mas manifesta plena consciência das dificuldades que vai encontrar ao longo do percurso.

"Não me preocupa de maneira nenhuma festejar o título na China. Eu festejava até debaixo de água. É lá que é a competição, é lá que nós queremos estar, é lá que queremos estar no último dia e ganhar e é para isso que nós estamos a trabalhar", disse.

Luís Sénica mostrou-se preparado para qualquer circunstância, admitindo ainda que existem situações que ainda são uma incógnita, nomeadamente o tipo de pista que vai ser utilizada.

"Sabemos o que podemos encontrar. Fizemos a planificação consoante as adversidades que cremos que vamos encontrar. Algumas dessas variáveis ainda não estão por nós concretizadas, que é a pista, o pavilhão, o tipo de piso que vamos encontrar. Mas temos tudo o que é necessário para a realidade que vamos encontrar", confessou, demonstrando-se tranquilo nesse capítulo.

Em relação ao processo de trabalho, que esta semana está a ser realizado em Macau, o selecionador nacional acredita que está praticamente concluído e que a equipa está preparada.

© Tony Dias

"Estamos a trabalhar bem. Temos tido foco nos pormenores que podem fazer a diferença. Esta equipa está muito unida, muito coesa e determinada num objetivo comum", afirmou ainda.

Luís Sénica está confiante no ciclo positivo pelo qual Portugal está a passar e defende que poderá estar para durar.

"Tenho a certeza que no futuro, independentemente de quem esteja à frente dos desígnios da seleção, estaremos preparados para ganhar mais vezes, para estar mais vezes na final. E tenho a certeza de que estes jogadores que estão agora na seleção têm um potencial de evolução ainda grande e tem uma margem de consolidação por cerca de uma década pelo menos", frisou.

Portugal, terceiro classificado nas últimas quatro edições e campeão pela última vez em 2003, entra no Mundial a jogar com a detentora do título, a Argentina, mas isso não é algo que preocupe o técnico português, que vê essa situação como algo benéfico.

"Não gosto de entrar com jogos muito fáceis, prefiro entrar com jogos competitivos. Que é o que vai acontecer. É um jogo competitivo, de elevada intensidade, que possivelmente não deveria estar na primeira jornada. Mas já que está lá estaremos. E se calhar até é um bom momento para o fazer porque é o primeiro e a partir dai tudo é possível corrigir", disse ainda o técnico, que considera o grupo de Portugal bastante equilibrado.

Na sua opinião, "Portugal e Argentina estão numa primeira linha", com a Itália num patamar muito próximo e a França ligeiramente abaixo. "Tendo em conta todas as circunstâncias, as diferenças no nosso grupo entre as seleções serão muito poucas", finalizou.

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