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Lucros da EDP caem 5% até junho para os 450 ME

Logótipo de O Jogo O Jogo 27/07/2017 Administrator

A EDP apresentou lucros de 450 milhões de euros no primeiro semestre deste ano, um recuo de 5% face aos 472 milhões registados no mesmo período do ano passado, segundo notificou hoje a empresa ao mercado.

Em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a EDP indica que o EBITDA consolidado (resultados antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) ascendeu a 1.902 milhões de euros na primeira metade de 2017, uma queda de 8% face a igual período de 2016.

Considerando apenas o mercado ibérico, o EBITDA caiu 22% para os 868 milhões no primeiro semestre, uma queda que a EDP justifica com "a escassa hidraulicidade" e com "os preços 'spot' elevados", que levaram à "extinção dos ganhos com gestão de energia" e à "severa penalização da produção hídrica, incluindo a produção da nova capacidade hídrica".

Por outro lado, o contributo da EDP Renováveis para o EBITDA subiu 11% entre janeiro e junho deste ano por comparação aos mesmos meses de 2016, o que ficou a dever-se à "expansão de 'portfolio' (+8% em termos médios)", ao "acréscimo de proveitos com parcerias institucionais" e ao "impacto cambial favorável".

Também o contributo da EDP Brasil para este indicador aumentou 31% em termos homólogos devido ao "efeito cambial favorável", à "melhoria dos termos regulatórios aplicáveis à EDP Espírito Santo desde agosto de 2016" e ao "impacto positivo de elevado preço 'spot' à luz da situação de sobrecontratação" das distribuidoras.

Os resultados antes de impostos totalizaram os 829 milhões de euros na primeira metade do ano, o que compara com os 915 milhões verificados em igual período do ano passado.

Entre janeiro e junho deste ano, a empresa liderada por António Mexia pagou 119 milhões de euros em impostos (-51% em termos homólogos) e mais 67 milhões a título de contribuição extraordinária sobre o setor energético (+15% em termos homólogos).

A capacidade instalada do grupo EDP subiu 7% em termos homólogos, para os 26,2 gigawatts (GW) até junho, um desempenho "impulsionado pela adição de nova capacidade hídrica em Portugal (+988 megawatts) e eólica (+704 megawatts, essencialmente nos Estados Unidos e no México)".

Os custos operacionais da EDP aumentaram 54 milhões de euros para os 813 milhões até junho, um desempenho "suportado pelo efeito cambial (+42 milhões de euros) e pela expansão de 'portfolio' (+6% em termos médios)".

A dívida líquida passou dos 15,9 mil milhões de euros em dezembro de 2016 para os 16,9 mil milhões de euros em junho de 2017, uma subida que foi "impulsionada pelo pagamento anual de dividendos (+0,9 mil milhões), pelo pagamento do IVA não recorrente, a recuperar até ao final de 2017 (+0,3 mil milhões) e pelo pagamento de imposto relativo às securitizações efetuadas durante 2016 (+0,3 mil milhões)".

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