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Lula da Silva lidera intenções de voto a um ano das presidenciais no Brasil

Logótipo de O Jogo O Jogo 30/09/2017 Administrator

O antigo Presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, mantém-se à frente nas intenções de voto, a um ano das eleições gerais de 2018, segundo revelou hoje uma nova sondagem.

Lula, que responde na justiça em cinco processos por acusações de corrupção, obteria 35 por cento dos votos, mais cinco pontos percentuais do que num estudo de opinião de junho, revelou o Instituto Datafolha.

Na segunda posição há um empate técnico entre o deputado conservador Jair Bolsonaro, do Partido Social Cristão (PSC), que conseguiria entre 14 e 16% dos votos e a antiga candidata e ambientalista Marina Silva (Rede), entre 13 e 14%.

O Partido da Social-Democracia Brasileira (PSDB), aliado do Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), do Presidente, Michel Temer, teria apenas oito por cento dos votos, independentemente do seu candidato.

Os aspirantes do PSDB são o governador do estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, e o presidente da câmara da capital paulista, João Doria.

Enquanto Lula ampliou o seu apoio nas intenções de voto face à sondagem de junho, os adversários Bolsonaro, Silva e Alckmin ou Doria mantiveram-se no mesmo nível.

Numa segunda volta eleitoral, Lula venceria qualquer um dos seus opositores, e apenas teria um empate técnico se o outro concorrente fosse o juiz federal Sérgio Moro -- que sempre rejeitou uma eventual participação política.

O Instituto Datafolha entrevistou 2.772 pessoas em 27 e 28 de setembro em 194 cidades e a sondagem tem uma margem de erro de dois pontos.

Lula da Silva, presidente de Brasil entre 2003 e 2010, nunca oficializou as suas aspirações à Presidência, mas também não esconde o seu desejo de voltar ao poder, enquanto o seu Partido dos Trabalhadores (PT), que fundou em 1980, já declarou que o tem como "única opção" para as eleições de outubro do próximo ano.

O antigo chefe de Estado é acusado de corrupção e obstrução à justiça relacionadas com o caso Petrobras e, segundo as leis eleitorais brasileiras, pode ser candidato à Presidência mesmo que seja condenado em primeira instância, e só seria impedido de o fazer se alguma sentença fosse confirmada por um tribunal superior.

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