Está a utilizar uma versão de browser mais antiga. Utilize uma versão suportada para obter a melhor experiência possível com o MSN.

Mário Barros: "Se não se melhorar a formação, não vamos a lado nenhum"

Logótipo de O Jogo O Jogo 14/10/2017 Hugo M. Monteiro

Além de ter ensinado milhares de atletas, Mário Barros é também formador de treinadores na Escola Nacional de basquetebol, defendendo que o estatuto do técnico de formação deva ser valorizado.

Aos 18 anos, Mário Barros sofreu uma lesão grave para a época (rotura simultânea do menisco interno e externo), que o obrigou a deixar de jogar e virar-se para a carreira de técnico.

© Global Imagens

Como foi começar a ser treinador tão cedo, onde ia buscar informação?

"Estávamos muito limitados, mas fiz coisas que mais tarde vim a verificar que estavam bem feitas. Gastei uns dólares razoáveis a comprar livros americanos. Também me ajudou a criar amizades com José Esteves, Teotónio Lima, Jorge Araújo, José Curado...".

E ainda hoje é formador de treinadores...

"O primeiro nível não faz treinadores, o mais importante é o período de estágio que se segue, é preciso responsabilizar mais os tutores. Mas treinador de basquetebol neste momento não é profissão. Em Portugal, não conheço cinco treinadores que vivam do basquetebol. Outra das minhas lutas é os clubes terem de dar ao treinador de formação o estatuto que merece. Se não melhoramos na formação, não vamos a lado nenhum".

Quanto aos nomes ilustres que treinou, que memórias tem?

"Fui eu que ensinei o Alberto Babo a jogar basquetebol e depois foi meu adjunto no FC Porto. O Alberto Babo era bom, o Juca Magalhães era mesmo extraordinário...".

Mantêm contacto?

"Com todos, alguns deles até fizeram questão de pertencer à Comissão de Honra. Fui eu que convidei o doutor Fernando Gomes e ele disse "estou contigo a 200 por cento"".

AdChoices
AdChoices

Mais de O Jogo

image beaconimage beaconimage beacon