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Mão Morta e d3o na primeira edição do festival Lux Interior em Coimbra

Logótipo de O Jogo O Jogo 05/10/2017 Administrator

Mão Morta, d3o e Sean Riley and The Slowriders são alguns dos nomes que atuam no primeiro festival Lux Interior, em Coimbra de 09 a 11 de novembro, promovendo o catálogo da editora da cidade Lux Records.

O festival assinala as bandas que foram passando pela editora ao longo dos seus mais de 20 anos de existência, ao mesmo tempo que procura homenagear Lux Interior, líder da banda americana The Cramps, músico "que influenciou a grande maioria das bandas" editadas pela Lux Records - dos Tédio Boys a Belle Chase Hotel -, disse à agência Lusa o responsável pela editora, Rui Ferreira.

No Convento São Francisco, atuam no primeiro dia Ghost Hunt e The Millions, dois dos projetos mais recentemente lançados pela Lux Records.

A 10 de novembro, Sean Riley and The Slowriders e o novo projeto que junta Raquel Ralha e Pedro Renato sobem ao palco do Grande Auditório e, no último dia, há um 'showcase' de António Olaio e João Taborda, e concertos de Mão Morta e d3o.

Durante os três dias, os concertos servem também para assinalar lançamentos de álbuns, ou edições em vinil, decorrendo ainda exibições de documentários, uma exposição de capas de discos editados pela Lux Records e uma feira de discos.

A Lux Records, com mais de 20 anos de vida, editou alguns dos nomes que surgiram na cena alternativa da cidade, como Tédio Boys, d3o, Tiguana Bibles e É Mas Foi-se, numa história que não se faz só de Coimbra, tendo também já trabalhado com Mão Morta, X-Wife ou os americanos Swell.

"A maioria das bandas importantes de Coimbra, em algum momento, estiveram ligadas à Lux", sublinha Rui Ferreira.

Esta primeira edição, que conta com a organização da Câmara de Coimbra, é feita apenas com bandas que editaram pela Lux Records, mas não quer dizer que no futuro não tenha bandas que não tenham saído pela editora de Coimbra, explanou.

A garantia é que "terá sempre bandas que já editaram pela Lux", frisou.

Para Rui Ferreira, "as bandas da Lux têm todas algumas características", nomeadamente estarem "ligadas umbilicalmente ao rock".

Nesta pequena editora independente, só são editadas bandas de que o responsável do projeto gosta.

"Tenho que acreditar e tenho que gostar mesmo da música que edito. Nunca fiz um frete e nunca iria editar um disco de fado de Coimbra ou de hip hop porque não é a minha área", sublinhou o antigo enfermeiro que passou a dedicar-se a 100% à música.

Fundada em 1996 como uma espécie de subsidiária da editora de música de dança portuguesa Kaos Records, a Lux Records põe "a carreira das bandas à frente da editora", contou.

"Na Lux, nunca houve contratos com as bandas. Quando tinham melhores oportunidades, nunca fechei a porta. Basicamente, funcionou como trampolim para bandas de Coimbra", explanou o também radialista Rui Ferreira.

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