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Macau/Tufão: Cancelado alerta de chuva intensa à passagem da tempestade Mawar

Logótipo de O Jogo O Jogo 04/09/2017 Administrator

Os Serviços Meteorológicos e Geofísicos (SMG) de Macau cancelaram hoje o alerta de chuva intensa devido à passagem da tempestade tropical Mawar, mantendo içado o sinal número 1 de tufão.

"O sinal de chuva intensa foi cancelado às 10:15 (02:15 em Lisboa)", informaram na sua página de Internet os SMG, duas horas depois de terem emitido o aviso, depois de já ter sido ativado o de trovoada, que entretanto foi cancelado pelas 07:00 (00:00 em Lisboa).

Desde quinta-feira que está içado o sinal 1 de tempestade tropical, o mais baixo numa escala formada pelos sinais 1, 3, 8, 9 e 10, que significa que o centro de uma tempestade tropical está a menos de 800 quilómetros de Macau, podendo vir a afetar a região.

"O sinal número 1 continua içado por mais algum tempo", indicam os SMG.

Às 10:00 (01:00 em Lisboa) de hoje o Mawar localizava-se a 160 quilómetros de distância de Macau, movendo-se a uma velocidade de 10 quilómetros por hora.

Apesar de cancelado o alerta das chuvas, o SMG adverte que "nas pontes, o vento pode atingir, ocasionalmente, o nível forte com rajadas", e recomenda atenção a todos os condutores.

Segundo os SMG, as "condições atmosféricas em Macau vão agravar-se, os aguaceiros tornar-se-ão mais frequentes, e por vezes fortes", sobretudo na terça-feira.

Macau foi atingida no passado dia 23 pelo tufão Hato, o mais forte em 53 anos, que obrigou a içar do sinal máximo de tufão (10), algo que sucedeu pela primeira vez desde 1999.

O Hato fez dez mortos, mais de 240 feridos e provocou graves inundações, deixando avultados prejuízos ainda por avaliar.

Quatro dias depois, a 27, Macau foi atingida pela tempestade tropical Pakhar, cuja passagem foi muito mais branda, ainda que tenha levado ao içar do sinal 8 e provocado oito feridos.

"Em princípio, o Mawar trará um impacto muito menor que o Pakhar", disse, na sexta-feira, a diretora substituta dos SMG, Florence Leong.

Segundo dados facultados, na mesma conferência de imprensa, pelo diretor dos Serviços de Solos, Obras Públicas e Transportes (DSSOPT), Li Canfeng, 29% do antigo enclave português ficou inundado na sequência da passagem do tufão Hato.

Embora os dados ainda sejam provisórios - dado que algumas estações de medição avariaram - estima-se que a água tenha atingido 5,5 metros de altura na zona ribeirinha do Porto Interior.

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