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Macau/Tufão: Chefe do Governo recebe especialistas para aperfeiçoar plano de resposta a desastres

Logótipo de O Jogo O Jogo 13/09/2017 Administrator

O chefe do Executivo de Macau, Chui Sai On, recebeu hoje uma delegação com especialistas para avaliar os trabalhos após a passagem do tufão Hato e rever e aperfeiçoar o plano de resposta a grandes catástrofes.

"Chui Sai On agradeceu ao Governo Central e aos ministérios e comités competentes pela atenção e apoio, bem como, na organização, de forma eficiente e a curto prazo, da visita de elementos da Comissão Nacional para a Redução de Desastres a Macau, a fim de aperfeiçoar o plano e propostas de resposta a grandes catástrofes", refere um comunicado.

A delegação foi organizada pelo Gabinete para os Assuntos de Hong Kong e Macau do Conselho de Estado e Comissão Nacional para a Redução de Desastres e recebida em Macau no dia em que decorrem exatamente três semanas após a passagem pela região do Hato, o pior tufão dos últimos 53 anos.

Composta por 22 membros, a delegação incluiu especialidades de áreas como água, eletricidade, telecomunicações, serviços de emergência, meteorologia, construção civil, telecomunicações, fiscalização e gestão de segurança.

A reunião de hoje decorreu depois de na segunda-feira Chui Sai On se ter deslocado a Cantão, na província chinesa de Guangdong, adjacente a Macau, para abordar o projeto de construção de comportas para evitar inundações no antigo enclave português.

A passagem do tufão Hato por Macau, que fez dez mortos e mais de 240 feridos, provocou graves inundações, particularmente na zona ribeirinha do Porto Interior, quase sempre afetada pelas tempestades que atingem o território.

Macau apresentou a Pequim uma proposta para a construção de comportas e obteve "resposta positiva e concordância dos Ministérios e comités competentes", pelo que a visita tem como objetivo discutir com o governo de Guangdong esse projeto e "garantir o apoio provincial", para se "proceder, o mais rápido possível, aos referidos trabalhos", segundo um comunicado do gabinete do porta-voz do Governo.

No início do mês, o diretor da DSSOPT reconheceu, durante uma conferência de imprensa, que as medidas de proteção contra cheias "não resultaram" e que mais de um quarto de Macau (29%) da cidade ficou inundada.

Apesar de terem sido feitas algumas obras em 2014 para evitar inundações no Porto Interior e colocadas placas ou portas de proteção, "o resultado foi muito fraco", admitiu Li Canfeng.

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