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Macau/Tufão: Dois terços do fundo criado pela Melco vão ser para funcionários e famílias

Logótipo de O Jogo O Jogo 04/09/2017 Administrator

A Melco anunciou que a maior parte do seu fundo de mais de três milhões de euros, criado para apoiar as vítimas do tufão Hato em Macau, vai ser para os funcionários e respetivas famílias da operadora de jogo afetados.

A Melco Resorts & Entertainment tinha anunciado, no final de agosto, a criação de um fundo de 30 milhões de patacas (3,13 milhões de euros) para apoiar "os funcionários, a comunidade e os trabalhos de recuperação no rescaldo do tufão Hato em Macau".

Em comunicado, no domingo, a Melco Resorts & Entertainment precisou que 20 milhões de patacas (2,08 milhões de euros), ou dois terços do fundo de 30 milhões de patacas, serão alocados para apoiar os empregados e as suas famílias, com entregas de até 10.000 patacas (cerca de 1.000 euros) por cada caso, de forma "a distribuir as verbas por um maior número possível de colegas em necessidade".

Os restantes 10 milhões de patacas (1,04 milhões de euros) serão destinados a ajudar a reconstruir a comunidade, segundo o comunicado.

O objetivo da operadora é atribuir todos os fundos aos funcionários e famílias até meados de outubro.

"Atualmente, a nossa prioridade é erguer Macau, de forma a que possamos estar melhor preparados e mais resilientes para o futuro", afirmou o presidente e diretor executivo da Melco Resorts & Entertainment, Lawrence Ho.

O mesmo comunicado refere que a Melco está a criar um comité independente, que será composto por representantes de associações comunitárias, grupos educacionais, e outras organizações cívicas, para supervisionar a alocação de fundos, de forma a assegurar que o dinheiro é entregue aos mais necessitados.

A Melco é uma das cinco de um total de seis operadoras que anunciaram donativos para ajudar nos trabalhos de recuperação e apoiar a população. A MGM, Galaxy e Melco doaram, no conjunto, 121,5 milhões de patacas (12,6 milhões de euros) até dia 27 de agosto.

Seguiu-se o anúncio, dias depois, da Sands, de um donativo de 65 milhões de patacas (6,7 milhões de euros), dos quais 35 milhões de patacas (3,66 milhões de euros) da fundação Adelson, da família proprietária da Las Vegas Sands, e, na passada sexta-feira da Wynn de que vai contribuir com 30 milhões (3,13 milhões de euros) para ajudar as famílias e os pequenos negócios a recuperarem no tufão Hato.

Já a Sociedade de Jogos de Macau (SJM), fundada pelo magnata de jogo Stanley Ho, anunciou que ia garantir cuidados médicos gratuitos à população durante cerca de um mês, numa das zonas mais atingidas pelo tufão Hato, a Praia do Manduco. Além de um grupo de voluntários da SJM a prestar serviços de apoios às famílias afetadas, a operadora decidiu também abrir o supermercado exclusivo dos seus funcionários à população que vão beneficiar dos descontos aplicados aos trabalhadores, até ao próximo dia 14 de setembro.

A 23 de agosto, o pior tufão dos últimos 53 anos passou por Macau e causou dez mortos e mais de 200 feridos, deixando um rasto de destruição. Quatro dias depois da passagem do Hato, o território voltou a ser atingido por um segundo tufão, o Pakhar, de menor intensidade, que causou oito feridos ligeiros e pequenas inundações.

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