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Macau/Tufão: Seis escolas sem condições para começar aulas dentro do calendário

Logótipo de O Jogo O Jogo 29/08/2017 Administrator

Seis escolas de Macau não vão poder começar as aulas dentro do calendário, a partir de 01 de setembro, quando começa o ano letivo, devido a danos causados pelo tufão Hato, que atingiu a cidade na quarta-feira.

"Quase todas as escolas sofreram de um modo ou outro algum dano. Temos 77 escolas, seis necessitam de mudar o dia de início do ano letivo -- cinco são na zona norte, uma em Coloane", disse hoje, em conferência de imprensa, a chefe do Departamento de Educação da Direção dos Serviços de Educação e Juventude (DSEJ), Leong Wai Kei.

Às escolas juntam-se 17 instituições de ação social que ficaram "em mau estado" e cinco creches que "têm de suspender o funcionamento", complementou o vice-presidente do Instituto de Ação Social, Hon Wai.

Apesar de menos escolas começarem a abrir portas na sexta-feira, o Governo está preocupado com o congestionamento de trânsito, habitual todos os anos, mas que se espera ser agravado devido aos condicionamentos à circulação nas estradas, que foram afetadas pela queda de todo o tipo de estruturas, incluindo árvores.

Além disso, há sete obras em vias públicas a decorrer, que não foram finalizadas a tempo devido ao tufão.

A este cenário juntam-se os danos causados pela tempestade em cerca de 200 autocarros, de um total de 880.

"A situação do trânsito no início do ano letivo vai ser mais difícil que no ano passado", alertou o chefe da Divisão da Gestão de Transportes da Direção dos Serviços para os Assuntos de Tráfego, Chang Chong Hin.

Para garantir o bem-estar psicológico dos alunos, a DSEJ destacou 200 psicólogos e assistentes sociais, tendo também em conta que há quatro estudantes cujos familiares morreram com a passagem do tufão, que matou dez pessoas e feriu mais de 240.

Representantes de diferentes departamentos do Governo deram conta da existência de cinco edifícios ainda sem água e indicaram que quatro parques de estacionamento ficaram "danificados de forma grave".

Quanto às árvores, Leong Kim Fong, do Instituto para os Assuntos Cívicos e Municipais, indicou que mais de 4.000 foram derrubadas em espaços públicos, embora tenham a expectativa de salvar algumas, as que mantêm as raízes intactas. Destas, cerca de 20 são consideradas antigas. No total, disse o responsável, foram reunidas "mais de 15 mil toneladas de árvores destruídas".

O porta-voz do Governo, Victor Chan, admitiu que "muitas infraestruturas [públicas] foram afetadas", mas ainda não há dados "para avaliar a perda económica". "Posteriormente iremos avaliar", disse.

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