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Maccabi Telavive despertou com Lito Vidigal

Logótipo de O Jogo O Jogo 22/03/2017 Ana Proença

Reerguida por uma série de seis triunfos em mês e meio de nova liderança técnica, a equipa de Telavive aponta ao título e à Champions. Lito Vidigal falou a O JOGO desta sua aventura em Israel.

Lito Vidigal saiu do Arouca em fevereiro para o Maccabi © Filipe Amorim Lito Vidigal saiu do Arouca em fevereiro para o Maccabi

Em Portugal ou noutro ponto do globo, a palavra, para Lito Vidigal, é apenas um bloco de partida. Instalado em Israel há quase seis semanas, o treinador angolano segue de mangas arregaçadas no comando da equipa do Maccabi Telavive, firme na intenção de concretizar a "promessa" semeada logo à chegada, quando o intervalo para a liderança da Ligat ha"Al ainda se situava em cinco pontos: ser já campeão nacional.

E o início de empreitada não poderia ser mais fulminante, despertando um histórico: seis vitórias em outras tantas partidas na principal competição doméstica - resultados aos quais se soma um triunfo nos "quartos" da Taça de Israel.

Com essa série - que inclui 12 golos marcados e um sofrido -, pôde tirar proveito de um empate do líder Hapoel Beer Sheva e reduzir a diferença entre ambos para três pontos... anuláveis já a 1 de abril, quando visitar o primeiro classificado na 28.ª jornada, a segunda (de dez) do play-off de definição da metade superior da tabela da liga israelita.

"Recuperámos terreno, mas o que temos de fazer é encarar todos os jogos como finais. Mantenho o que disse: o nosso grande objetivo é sermos campeões", acentua Lito Vidigal, em declarações a O JOGO.

"A nossa tarefa é difícil, porque o Beer Sheva tem uma equipa forte e foi campeão nacional na época passada, mas agora pode correr de outra forma. É nisso que apostamos, é para isso que trabalhamos", destaca o treinador, que reage sem constrangimentos quando se lhe fala de um sonho chamado Liga dos Campeões.

"Se o meu objetivo é ser campeão já este ano, é natural que pense na consequência que será poder participar na Champions. Estou num clube grande, com massa adepta e boas condições de trabalho. Não nos falta nada", assinala Lito Vidigal.

A mudança para Israel, a fim de discutir títulos, não é porém encarada como um literal salto na carreira. "Pelo lado mediático, eu percebo que se pense assim, mas procuro analisar o trabalho que vou desenvolvendo, e a verdade é que as expectativas têm sido sempre superadas. Vejo o crescimento em função dos resultados. Não podemos querer trabalhar da mesma forma em todos os clubes; isso varia consoante as aspirações. Quero continuar a crescer de forma segura e sustentada", enfatiza o antigo treinador do Arouca, que não faz segredo de uma vontade maior: pegar numa equipa grande portuguesa e ganhar a I Liga.

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