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Mais de 30% dos angolanos que trabalham é na agricultura - Estudo

Logótipo de O Jogo O Jogo 20/10/2017 Administrator

Mais de 30% da população com emprego em Angola trabalha para a agricultura e pescas, enquanto a indústria só consegue empregar três pessoas em cada 100, segundo um estudo disponibilizado pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) angolano.

De acordo com o Relatório sobre Emprego 2015/2016, a população economicamente ativa representa 87% do total, correspondendo à população com entre 15 e 64 anos, mas desta, 19% não tem qualquer nível de escolaridade.

Contudo, quanto ao tipo de remuneração das pessoas empregadas, apenas 74% são remunerados, em dinheiro ou espécie, e os restantes 26% não auferem qualquer tipo pagamento.

O estudo, que além do INE envolveu ainda os ministérios da Saúde e do Planeamento e Desenvolvimento Territorial, fixa a taxa de desemprego do país em cerca 20%, que na área urbana é quase três vezes superior à da área rural, com 25% e 9%, respetivamente.

Já a taxa de emprego, que mede a capacidade da economia em fornecer emprego para o crescimento do país, refere que 70% da população atividade tem emprego, percentagem que é mais elevada na área rural, de 81%, contra 65% nas cidades e vilas.

A agricultura, produção animal, caça, floresta e pesca dá trabalho a 34% da população ativa angolana, enquanto 20% trabalha no comércio por grosso e a retalho, ou na reparação de veículos automóveis e motociclos e 12% são trabalhadores domésticos.

A administração pública e defesa absorvem apenas 9% dos angolanos em situação ativa, enquanto a indústria apenas emprega 3%.

O relatório concluiu ainda que seis em cada dez pessoas empregadas (61%) têm um vínculo laboral de regime permanente, 28% são trabalhadores temporários, 7% trabalham em regime de sazonalidade e 4% trabalham apenas ocasionalmente.

Este inquérito, com uma base de referência de 16.000 agregados familiares, contou com a assistência técnica do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), da Organização Mundial de Saúde (OMS) e da ICF International, tendo sido financiado pela Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID), Banco Mundial, UNICEF e Governo angolano.

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