Está a utilizar uma versão de browser mais antiga. Utilize uma versão suportada para obter a melhor experiência possível com o MSN.

Mais de 700 mortos em conflito com extremistas do Estado Islâmico no sul das Filipinas

Logótipo de O Jogo O Jogo 14/08/2017 Administrator

Pelo menos 735 pessoas morreram no sul das Filipinas após quase três meses de combates em Marawi, onde as Forças Armadas tentam reduzir a presença dos extremistas, foi hoje anunciado.

Os mortos em Marawi incluem 562 rebeldes, 128 soldados e 45 civis, disse o porta-voz do exército, Restituto Padilla, numa conferência de imprensa, onde apresentou o último balanço das autoridades.

O porta¬-voz assegurou que os extremistas, liderados pelo movimento Maute, que está ligado ao grupo extremista Estado Islâmico, apenas contam com 40 efetivos, depois de terem perdido a maioria dos guerrilheiros em combates contra as tropas estatais.

No entanto, os rebeldes podem ter recebido reforços nos últimos dias, vindos de outras zonas da ilha de Mindanao, onde fica Marawi.

Entre 80 a 100 civis podem continuar retidos nos três bairros centrais controlados pelos extremistas, uma zona que é constantemente atacada pelo exército, com bombardeamentos aéreos, artilharia e operações no terreno.

O conflito também causou 467.377 deslocados de Marawi e arredores, que foram temporariamente acolhidos em localidades próximas, segundo o porta-voz militar, que corrigiu o número anterior, que apontava para mais de 800 mil.

O exército resgatou também 1.728 civis das zonas de combate e recuperou 619 armas de rebeldes desde que o conflito começou a 23 de maio, indicou.

O Presidente filipino, Rodrigo Duterte, declarou a lei marcial em Mindanao, onde vivem cerca de 20 milhões de pessoas, pelo que toda a ilha se encontra sujeita a medidas de exceção como controlos militares e recolher obrigatório.

AdChoices
AdChoices

Mais de O Jogo

image beaconimage beaconimage beacon