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Meios policiais vão ser reforçados em Azambuja para combater "onda de assaltos"

Logótipo de O Jogo O Jogo 08/08/2017 Administrator

O Governo vai reforçar o número de efetivos da GNR em Azambuja, no distrito de Lisboa, devido à "onda" de assaltos que tem ocorrido no município, disse hoje à agência Lusa o vice-presidente da autarquia ribatejana.

Em declarações à Lusa, o vice-presidente da Câmara Municipal de Azambuja, Silvino Lúcio (PS), referiu que a autarquia foi recebida na segunda-feira pela ministra da Administração Interna (MAI), Constança Urbano de Sousa, para discutir os problemas de segurança existentes no município.

Em causa está, segundo explicou o autarca, uma "onda de assaltos e de vandalismo" que ocorre, com maior frequência, desde março, nomeadamente em carros, habitações, estabelecimentos comerciais e até no próprio edifício da Câmara Municipal.

"A população está revoltada e sente-se insegura. Os assaltantes até estão identificados mas o problema é que têm de ser apanhados em flagrante", apontou Silvino Lúcio.

A propósito da reunião com o MAI, o autarca referiu que a ministra "mostrou estar relativamente bem informada sobre a criminalidade e os atos de vandalismo que têm ocorrido na vila de Azambuja" e que prometeu reforçar a vigilância policial no município.

"A senhora ministra garantiu que já deu indicações para que as forças existentes tenham uma presença mais efetiva, quer as equipas de intervenção rápida quer os núcleos de investigação criminal. Por outro lado, assegurou que alguns elementos dos 325 da Guarda Nacional Republicana que irão terminar a sua formação no final deste verão poderão reforçar o posto de Azambuja", atestou.

Entretanto, Silvino Lúcio adiantou que alguns moradores e comerciantes de Azambuja lançaram um abaixo-assinado para reivindicar mais segurança e apelou a uma "forte mobilização e união" da população para enfrentar este problema.

"Deixo aqui um apelo à população para que não tenha medo de denunciar e de dar a cara sempre que se apercebam de alguma situação suspeita. Não podem existir medos ou hesitações", concluiu.

A Lusa tentou obter mais informações através do Ministério da Administração Interna, mas até ao momento não foi possível.

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