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Metade dos clubes brasileiros trocou de treinador ao fim de quatro jornadas

Logótipo de LusaLusa 06/06/2017 Simão Freitas
ATLETICO GOIANENSE / HANDOUT/ATLETICO GOIANENSE © EPA / ATLETICO GOIANENSE / HANDOUT ATLETICO GOIANENSE / HANDOUT/ATLETICO GOIANENSE

Redação, 06 jun (Lusa) – Metade dos 20 clubes brasileiros da primeira liga de futebol já trocou de treinador, sendo que se disputaram até agora apenas quatro jornadas do presente campeonato.

Apesar da fase inicial do campeonato, os vários clubes brasileiros já disputaram os respetivos campeonatos estaduais antes do início do ‘Brasileirão’, o que ajuda a explicar a ‘dança’ de treinadores em 10 das 20 equipas que participam.

O despedimento mais recente aconteceu na segunda-feira, quando o lanterna-vermelha Atlético Goianiense, que ainda não pontuou, prescindiu dos serviços de Marcelo Cabo depois da derrota na deslocação a Salvador, frente ao Bahia (3-0).

Cabo era o técnico de primeira divisão que ocupava o cargo há mais tempo, com mais de um ano, antes de ser despedido devido aos maus resultados.

Igual destino sofreu Dorival Junior, que orientava o Santos desde julho de 2015 e não resistiu ao mau arranque no 'Brasileirão', num fim de semana que viu ainda o sérvio Dejan Petkovic abandonar o Vitória, clube que ainda não venceu no campeonato.

O clube será agora orientado por Alexandre Gallo, que se segue a Petkovic e ao antigo jogador do Benfica e do FC Porto Argel Fucks, que começou a temporada.

O Bahia, nono classificado, também tem novo treinador, Jorginho, que substitui no cargo Guto Ferreira, depois de este se ter mudado para o Internacional de Porto Alegre, atualmente no segundo escalão do Brasil.

Vanderlei Luxemburgo, antigo selecionador do Brasil e ex-técnico do Real Madrid, foi contratado pelo Sport para o lugar de Ney Franco, que não resistiu a um fraco arranque do campeonato, enquanto o Atlético Paranaense, que se encontra nos oitavos de final da Taça Libertadores, mas em 'maus lençóis' na liga, escolheu Eduardo Baptista como treinador.

Baptista, que começou a época no Palmeiras, sucede ao antigo técnico de Benfica, Vitória de Guimarães, Nacional e Marítimo Paulo Autuori, que assumiu um cargo na direção desportiva do clube, que é penúltimo com apenas um ponto.

O Coritiba, quarto classificado com nove pontos, colocou o antigo jogador Pachequinho no lugar de Paulo César Carpeggiani, enquanto três clubes tinham trocado de treinador antes do começo pelos maus resultados nos estaduais.

O campeão brasileiro em título Palmeiras despediu Eduardo Baptista depois de falhar a conquista do campeonato Paulista, tendo voltado a contratar Cuca, técnico do título em 2016.

Também o Vasco da Gama, 11.º, tinha trocado antes do começo da 'Série A', substituindo Cristovão Borges por Milton Mendes devido aos fracos resultados, enquanto a Ponte Preta, sexto classificado e finalista do Paulista, conqiustado pelo Corinthians, contratou Gilson Kleina antes do arranque do 'Brasileirão' para o posto que era de Felipe Moreira.

Apenas 10 emblemas mantêm os treinadores com que começaram o campeonato, com a Chapecoense, orientada por Vágner Mancini, e o Corinthians, orientado por Fábio Carrille, como líderes da prova, com 10 pontos.

Também seguraram os técnicos que começaram o campeonato o Cruzeiro (Mano Menezes), Atlético Mineiro (Roger Machado), Grémio (Renato Portaluppi), Botafogo (Jair Ventura), São Paulo (Rogério Ceni), Avaí (Claudinei Oliveira), Flamengo (Zé Ricardo) e Fluminense (Abel Braga).

SIYF // VR

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