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Miguel Oliveira confiante: "Falta pouco para as vitórias"

Logótipo de O Jogo O Jogo 10/05/2017 Alcides Freire

Miguel Oliveira ocupa o terceiro lugar do Mundial de Moto2, tem dois pódios e em Jerez de La Frontera provou ter capacidades para mais. A sua KTM continua a evoluir e chegar a MotoGP é uma questão de tempo.

Tem a consciência de que é o melhor motociclista de velocidade português de todos os tempos?

-Sim, talvez... Fui certamente aquele que chegou mais longe, mas não gosto muito de colocar as coisas nesses termos. Prefiro dizer que, felizmente, as coisas têm corrido bem.

Que balanço faz da época até agora? Foi quarto, segundo, sexto e terceiro nas quatro corridas de Moto2...

-Ainda temos poucas corridas; são 18 as que compõem o campeonato. Mas o balanço é positivo, com essas posições que referiu e mais uma pole position pelo meio. Acredito que as coisas possam melhorar, mais a mais porque a moto está a evoluir, tem apenas alguns meses de corridas e continua em desenvolvimento. Aliás, não esperávamos que corresse tão bem nesta fase ainda prematura da época.

O que falta para chegar às vitórias?

-Creio que falta pouco. Está aí, mesmo à espreita, numa categoria onde está tudo igualado em termos técnicos. Algumas equipas têm os mesmos construtores há anos, têm mais experiência, afinam as motos mais rapidamente e com maior precisão, ao passo que para nós é tudo novo. Neste início, é uma desvantagem que se nota bastante.

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Os responsáveis da KTM estão satisfeitos consigo?

-Até ao momento, sim, não têm muito a apontar, até porque a minha KTM é a que por ora melhor representa as três categorias.

O Franco Morbidelli, com três triunfos, é favorito para o título?

-Estaria a mentir se dissesse o contrário. Logicamente, ganhar as três primeiras corridas faz dele um sério candidato, mas falta muita prova e temos imensos meses pela frente, pelo que está tudo em aberto. Seja como for, há que reduzir diferenças, porque não queremos que ele seja o mais forte dos candidatos assim tão cedo. Pelo menos, queremos adiar. Mas o nosso objetivo, repare-se, é mais o de lutar por um top-5. É uma meta mais realista do que lutar pelo título.

Começou a fase das corridas na Europa. São mais favoráveis?

-Neste momento, falta-nos velocidade de ponta. Agora, na Europa, as pistas são mais curtas e creio que isso nos pode ser mais favorável.

© Fornecido por O jogo

Espera subir a MotoGP já em 2018?

-Já disse que depende da época que fizer. Enfim, não é uma regra, não é uma obsessão. Vamos com calma e veremos.

Fazia tudo igual outra vez? Começou a correr aos quatro anos, mas também passou quatro épocas em Moto3...

-No fundo, não me arrependo do sítio onde estou hoje e acredito que o caminho que me trouxe até aqui foi bem escolhido. Voltava a repetir tudo outra vez, acho bem que sim.

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