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Militares da ONU no sudeste da República Centro-Africana devido a confrontos

Logótipo de O Jogo O Jogo 20/10/2017 Administrator

Os militares da missão das Nações Unidas na República Centro-Africana (MINUSCA) deslocaram-se para uma localidade no sudeste do país, onde os confrontos nos últimos dias entre grupos armados fizeram um número indeterminado de vítimas, anunciou a força de paz.

"Os capacetes azuis da força começaram a tomar posição em Pombolo para avaliar a situação e responder corretamente", indicou a Missão Integrada Multidimensional de Estabilização das Nações Unidas na República Centro-Africana (MINUSCA), num comunicado divulgado na quinta-feira à noite.

Até agora, a MINUSCA "não dispunha de nenhum soldado da paz nesta localidade", uma pequena localidade da prefeitura de Basse-Kotto (centro-leste).

Os militares da ONU "vão verificar as informações que dão conta de violência que pode ter causado várias vítimas inocentes".

Situada entre as cidades de Alindao e Bangassou, esta região é, desde maio, palco de violência recorrente entre grupos anti-Balaka (milícias de maioria cristã) e a União para a Paz na República Centro-Africana (UPC, um grupo armado ligado aos ex-Séléka, predominantemente muçulmanos).

A violência já causou dezenas de mortos entre os civis.

Na capital centro-africana, Bangui, os comerciantes anunciaram para hoje um "dia de luto" no bairro comercial da PK5, predominantemente muçulmano, em solidariedade com as vítimas.

Na sexta-feira passada, várias lojas deste bairro mantiveram-se fechadas no PK5, considerado o pulmão económico da capital da República Centro-Africana.

A MINUSCA, com cerca de 12.500 homens, integra 160 militares portugueses, a maioria comandos.

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