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Ministro da Ciência defende instituições viradas para a criação de emprego qualificado

Logótipo de O Jogo O Jogo 19/10/2017 Administrator

O ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor, defendeu hoje no Porto, numa conferência sobre a 4.ª Revolução Industrial, a criação de arranjos colaborativos que possibilitem instituições orientadas para a criação de emprego.

No discurso de encerramento da conferência, subordinada ao tema, "A 4.ª Revolução Industrial: como não a perder", Manuel Heitor fez a defesa da aquisição de competências como a melhor forma de aquisição de emprego numa sociedade em acelerada transformação tecnológica.

O governante apontou como objetivos "pensar e agir com criatividade, criando espaços de experimentação", numa complementaridade das três áreas do ministério que representa, reiterando a necessidade de "ter docentes capazes" de o pôr em prática.

Como segundo objetivo, e falando sobre os "novos arranjos institucionais" defendeu a "criação de arranjos colaborativos que possibilitem instituições orientadas para a criação de emprego", acrescentando ser necessária a "participação em redes internacionais, inserindo-as em redes de parcerias globais" potenciando o acesso ao mercado de trabalho.

Lembrando que pela primeira vez em Portugal foi atingido "o número de 40% de jovens de 20 anos a frequentar o Ensino Superior", quando há 30 anos o "número oscilava entre os 2% e os 2,5%", o ministro olhou também para fora das fronteiras nacionais.

"O problema é que as sociedades com que nos comparamos têm, pelo menos, 60% de alunos no Ensino Superior e, por isso, abrir a oportunidade de formar mais pessoas mas, também, dando-lhes ambientes que formem melhor é o objetivo crítico da estratégia que tenho tentado seguir na área da ciência e tecnologia", salientou.

Por isso, enfatizou, "é importante garantir-se a melhor performance dos principais centros de produção, criando espaços de intermediação usando arranjos colaborativos num esforço que é coletivo, de todos, tanto de quem passa pelo governo, como de quem está nas empresas e nos centros de investigação".

"Se é verdade que os últimos anos foram de acelerada mudança tecnológica, os próximos irão ser ainda mais acelerados, por isso há que formar mais gente, formar melhor para podermos garantir a criação de emprego qualificado e criarmos uma sociedade cada vez mais resiliente e com mais confiança nas futuras gerações", concluiu o ministro.

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