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Ministro da Saúde guineense denuncia falsas juntas médicas e garante que vão acabar

Logótipo de O Jogo O Jogo 18/08/2017 Administrator

O ministro da Saúde da Guiné-Bissau, Carlitos Barai, denunciou hoje a existência de falsas juntas médicas no país e garantiu que o problema vai acabar no país.

"Este problema tem de acabar no país. Criamos a comissão para averiguar e responsabilizar as pessoas. Quando atribuímos junta médica a alguém é porque está doente. Até para ganharmos alguma credibilidade junto da embaixada de Portugal", afirmou o ministro.

Carlitos Barai falava aos jornalistas em conferência de imprensa no Palácio do Governo.

"Neste momento, temos cerca de 460 papéis de junta médica falsos. Há pessoas que em casa deles preparam a junta médica falsa e entregam às pessoas em troca de dinheiro, sem as pessoas estarem doentes, mas apenas porque querem ir a Portugal", salientou.

O ministro disse que se começou a notar a situação quando tomou posse e que começou a controlar a situação.

"Antes passavam cerca de 40 passaportes por semana no meu gabinete. Agora desde que começamos a controlar e até esta altura só assinei uma junta médica. Para assinar tens de ter a certeza absoluta de aquela pessoa está doente", explicou.

Para Carlitos Barai, é "injusto" que um médico que jurou salvar vida se sente "na sua casa, passe uma junta médica, falsifique a assinatura dos outros colegas e entregue ao interessado em troca de dinheiro".

"É um problema gravíssimo. Criei uma comissão para averiguar aquelas juntas e responsabilizar as pessoas. Não se pode atribuir a pessoas saudáveis junta médica enquanto os doentes que precisam só pelo facto de não terem dinheiro estão condenados a ficar na cama até morrer", disse.

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