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Modernidade colocou André Moreira à frente de Bruno Varela

Logótipo de O Jogo O Jogo 26/06/2017 Alcides Freire

Na opinião de Rui de Paiva, especialista no treino de guardiões, Varela é "muito mais forte entre os postes" do que o reforço encarnado e Joel Pereira, outro dos alvos das águias. Estes são "mais técnicos".

Ser "moderno" entre os postes e sugerir uma boa margem para evoluir estarão entre os principais argumentos que o Benfica analisou para apostar na contratação de André Moreira ao Atlético de Madrid - e de olhar também para Joel Pereira, do Manchester United. Para Setúbal, no início da época passada, seguiu o atual titular da seleção sub-21 portuguesa, Bruno Varela, jogador que as águias venderam ao Vitória salvaguardando a hipótese de recompra. Apesar disso, e de este guarda-redes até ter feito 30 jogos no clube do Bonfim, contra nenhum de André Moreira em Espanha, o escolhido para reforçar o plantel encarnado foi este último. A O JOGO, Rui de Paiva, treinador de guarda-redes, interpreta a opção dos encarnados e sustenta-a de forma técnica.

citacaoO Benfica tinha a hipótese de resgatar Bruno Varela ao V. Setúbal, ele que é titular nos sub-21 lusos e nos sadinos, mas apostou num guardião visto como tendo mais futuro.

© Joana Sousa/Aspress

"Terá a ver com a margem de progressão dos atletas, por um lado, e, por outro, com as suas características. André Moreira é mais técnico, é um guarda-redes mais moderno, com maior capacidade de antecipação e de decisão, destacando-se ainda no jogo aéreo, cada vez mais necessário", diz Rui de Paiva. Quanto ao facto de Varela ter sido titular toda a época e André Moreira e Joel Pereira não, "poderia ser uma vantagem". Mas, de novo, é a parte técnica que mais pesa. "Varela é muito mais forte entre os postes, mas menos móvel nas zonas da pequena área e da marca de grande penalidade. E André Moreira tem ainda outra vantagem: coloca a bola onde quer com os pés, enquanto Varela não tem a mesma facilidade de poder iniciar o contra-ataque rápido", justifica o técnico. Estas características ajudam a perceber o porquê da aposta no ex-Ribeirão, numa perspetiva de negócio. "Procura-se a potencialização do atleta para o poder vender, e o exemplo mais recente disso foi Ederson", lembra Rui de Paiva. Numa visão de futuro, o técnico vê a baliza de Portugal discutida a três: Rui Patrício, André Moreira e José Sá.

citacao"André Moreira tem maior capacidade de antecipação e de decisão, destacando-se no jogo aéreo"

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