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Mourinho vencer no United é "questão de tempo", diz Carlos Queiroz

Logótipo de O Jogo O Jogo 26/02/2017 Rui Trombinhas

O atual selecionador do Irão considera que José Mourinho 'mudou o Manchester United em três componentes: "Na confiança aos jogadores e à equipa, na continuidade e na estabilidade. Quando estas componentes se juntam, com o potencial de um clube como o Manchester, com aqueles jogadores e com a qualidade do treinador, é mágica certa para o sucesso."

Carlos Queiroz entende que José Mourinho voltou a pôr o Manchester United nos 'carris' certos e que "chegar à estação" - conquistar títulos no futebol inglês - é apenas uma questão de tempo.

"Acho que o José Mourinho conseguiu voltar a pôr a equipa do Manchester United nos carris certos e chegar à estação é apenas uma questão de tempo. Se calhar não vai ser este ano, mas é, de certeza, uma questão de tempo", disse em entrevista à agência Lusa Carlos Queiroz, sobre uma equipa que treinou durante vários anos como adjunto de Alex Ferguson.

Admite que "não é realista" pensar na conquista da 'Premier League' nesta época, embora o campeonato inglês "tenha muitas 'nuances' e, às vezes, perdem-se sete ou oito pontos assim de um momento para outro", mas acha que "já cheira a título na Taça" e não tem dúvidas de que o Manchester United vai ser muito forte e muito competitivo pelo título na próxima temporada".

Recuando ao período que se seguiu à saída de Alex Ferguson, Carlos Queiroz defende que o Manchester United 'descarrilou' no que eram questões fundamentais da cultura do clube, que é "um clube muito particular, de operários de uma zona onde o trabalho à atitude e o sacrifício têm uma apreciação especial por parte dos seus adeptos".

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"Desde que Alex Ferguson saiu foram tomadas algumas decisões pelo David Moyes e pelo Louis [Van Gaal] e a equipa 'descarrilou'. A cultura do clube assentava em fatores como continuidade, estabilidade e confiança", disse Carlos Queiroz, que invocou algumas conversas que manteve com o maior símbolo do clube, Bobby Charlton, antigo campeão europeu de clubes e campeão mundial em 1966, quando Eusébio foi o melhor marcador da prova.

Queiroz recorda as palavras de Charlton: "Ele dizia-me que o clube acreditava que é nas pessoas capazes que estão ao seu serviço que se podiam encontrar as melhores soluções para o clube, porque ninguém melhor do que elas consegue perceber primeiro o que deve ser feito para o melhorar. Que não eram as que vinham de fora, que não conheciam o clube, que podiam ter essa inovação e brilhantismo."

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