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Nápoles: líder dos ultras cinco anos fora dos estádios

Sportinveste 07/05/2014 Fonte: Sportinveste Multimédia
Nápoles na pré-qualificação da Champions © Sportinveste Multimédia Nápoles na pré-qualificação da Champions

Gennaro di Tommaso, filho de um dos chefes da camorra, usava uma t-shirt a pedir a libertação de um adepto preso por assassinar um polícia nos incidentes da final da Taça de Itália.

Gennari di Tommaso, líder dos ultras do Nápoles e referenciado pela imprensa italiana como filho de um chefe da camorra, a mafia napolitana, foi castigado com a pena de proibição de entrar em estádios de futebol durante os próximos cinco anos, na sequência dos incidentes, em Roma, que antecederam o final da Taça de Itália, que opôs a Fiorentina ao Nápoles.

Na altura, Di Tommaso envergava uma camisola na qual pedia a libertação de outro adepto que está preso por ter assassinado um polícia. Antonino Speziale está a cumprir uma pena de oito anos de prisão por ser o autor da morte de um agente, ao atingi-lo com um lavatório arrancado de uma casa de banho antes do dérbi siciliano Catania-Palermo de 2 de fevereiro de 2007.

Também castigado com três anos de interdição de estádios foi Massimiliano Mantice, outro ultra que acompanhava Di Tommaso. O anúncio das sanções foi feito pelo ministro do Interior italiano, Angelino Alfano.

O líder dos ultra fica impossibilitado de marcar presença no Nápoles-Cagliari em relação ao qual corriam rumores de que iam ser impressas 30 mil t-shirts com a frase "Libertem Speziale" -- igual à que Di Tommaso usara na final da Taça de Itália. Entretanto, o ministro de Interior garantiu que todos os ultras que envergarem a camisola com aquela reivindicação serão punidos com castigo idêntico ao de Di Tommaso.

Fonte: OJOGO

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