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NATO acompanha exercício militar russo mas não vê sinais de "agressão" - porta-voz

Logótipo de O Jogo O Jogo 07/09/2017 Administrator

A NATO manifestou hoje preocupação face ao exercício militar que a Rússia vai realizar entre 14 e 20 de setembro mas considerou não existirem "até ao momento" sinais de "qualquer forma de agressão".

"Não há indicações de que [o exercício] vá ser usado para invasão de tropas ou para qualquer forma de agressão, mas precisamos de transparência", declarou um porta-voz da Organização do Tratado do Atlântico Norte, num encontro com jornalistas na sede da NATO, em Bruxelas.

Piers Cazalet disse que "até ao momento" não há "nada em específico" que deva suscitar "o pânico" e reforçou que a principal preocupação da NATO é "a questão da transparência" para uma melhor "compreensão e previsibilidade" das intenções da Rússia.

Desde há vários meses, esta demonstração de força do exército russo tem motivado especulações e receios nos países bálticos e na Polónia, com alguns Estados a acreditarem que o exercício servirá para encobrir uma invasão.

Designado Zapad-2017 ('Oeste-2017'), o exercício decorrerá entre 14 e 20 de setembro na fronteira oriental da União Europeia e da Aliança Atlântica.

"Estamos a observar este exercício. Temos algum diálogo com a Rússia, o diálogo está a funcionar até certo ponto e isso deixa-nos satisfeitos. Até agora não há nada em particular que suscite pânico", afirmou.

De acordo com a Rússia, estarão envolvidos cerca de 12.700 militares bielorrussos e russos, a sul da fronteira lituana. Contudo, a Lituânia e a Estónia afirmam que o exercício mobilizará, de facto, 100.000 soldados.

Para a NATO, "o elemento mais importante é a questão da transparência", disse Piers Cazalet, frisando que existem "indicações de que o exercício terá mais de 13 mil" militares, o que exigiria um tipo de observação mais rigorosa, ao abrigo do "documento de Viena", que regula dos exercícios militares na Europa, alegou.

Segundo o responsável, a atual "situação internacional" em termos de segurança justifica que a NATO "observe mais cuidadosamente" o exercício Zapad-2017.

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