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Ni Amorim: "Num mandato podemos fazer muito pelo automobilismo nacional"

Logótipo de O Jogo O Jogo 03/04/2017 Hugo Monteiro
© Diana Quintela/Global Imagens

Candidato à presidência da Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting (FPAK), Ni Amorim falou sobre o projeto que pretende levar a cabo.

O candidato à presidência da Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting (FPAK) Ni Amorim reforçou a ideia de que a direção e a presidência da modalidade serão cúmplices, caso seja eleito.

"Concretizei um objetivo com a apresentação desta lista hoje. A minha ideia e o meu objetivo é que a direção seja absolutamente conivente e que as decisões sejam tomadas juntamente com o presidente", começou por dizer, acrescentando: "Vou pretender também rever os estatutos e irei fazê-lo numa altura que possa reunir os clubes e os todos os associados para discutirmos."

À margem da apresentação da sua lista, que decorreu em Lisboa, o antigo piloto referiu que o seu programa é "anti-eleitoralista" e frisou que "as pessoas estão fartas de promessas".

"Acho que se nós conseguirmos fazer o que está no nosso programa, absolutamente anti-eleitoralista, é realista. As pessoas querem coisas que tenham a ver a realidade, estão fartas de promessas. No prazo de um mandato podemos fazer muito pelo automobilismo nacional", argumentou.

Ni Amorim, que irá a votos no próximo mês de maio com o atual presidente, Manuel de Mello Breyner, fez questão de deixar um recado aos associados e aos clubes, apelando também ao voto: "As pessoas têm que ser ouvidas sempre e não a três meses das eleições. Isso é um compromisso que tenho na minha candidatura e vou faze-lo até ao ultimo dia, basta ter condições e ter condições é ter a maioria dos votos."

A terminar, o candidato salientou a importância de "formar oficiais de prova" e olhar atentamente para o karting, de onde "vão sair pilotos para preencherem as diversas modalidades no futuro".

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