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Nico Hulkenberg (Force India) rejeita greve na F1 mas admite salários em atraso

Logótipo de LusaLusa 17/04/2014 Lusa
VALDRIN XHEMAJ/EPA © 2014 VALDRIN XHEMAJ/EPA

Segundo a revista alemã Sport Bild, a associação de pilotos de Fórmula 1 assinou um documento de compromisso que prevê avançar para uma greve se os salários em atraso não ficarem rapidamente saldados.

Em Xangai, onde se disputa no domingo o Grande Prémio da China, quarta prova do Mundial deste ano, Hulkerberg reconheceu problemas nos pagamentos aos pilotos das escuderias mais pequenas, admitindo que “a situação não é positiva para a modalidade”.

Questionado diretamente se estava em discussão entre os pilotos uma greve já no Grande Prémio da China, Hulkernberg foi perentório: “não é verdade”.

“Continuamos a discutir o problema sobre os salários em atraso. É uma situação que não é boa para a Fórmula 1, a modalidade rainha do desporto automóvel. Nunca discutimos uma greve, mas queremos que o problema seja resolvido de vez”, esclareceu o piloto germânico.

Hulkernberg, terceiro classificado do Mundial de pilotos, atrás do compatriota Nico Rosberg e do inglês Lewis Hamilton, ambos da Mercedes, apelou a “uma união” entre os pilotos para que “se encontre uma solução em conjunto”.

No ano passado, o finlandês Kimi Raikkonen, campeão mundial em 2007, abandonou a Lotus e assinou pela Ferrari depois de acusar a escuderia inglesa de não lhe pagar os salários em atraso.

NF // PMC

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