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"No último mês a polícia já foi três vezes a minha casa a altas horas da noite"

Logótipo de O Jogo O Jogo 27/09/2017 Ana Proença

Bruno de Carvalho acha que está a ser vítima de perseguição pessoal e um desses perseguidores é, segundo o presidente do Sporting, o presidente do Conselho de Disciplina, José Manuel Meirim.

Para Bruno de Carvalho, os sucessivos castigos a que tem sido condenado pelo Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) - esta terça-feira foi punido com mais 90 dias de suspensão, por declarações em entrevista - estão, neste momento, já no plano pessoal.

"Vivemos num país livre, democrático, já ultrapassámos tudo aquilo que tem a ver com desporto e futebol", afirmou antes do início do Sporting-Barcelona, no camarote presidencial, onde ofereceu uma camisola do 12ºº jogador a Fernando Medina, atual presidente e candidato à Câmara Municipal de Lisboa.

© Global Imagens

"Sinceramente estamos a entrar num plano que considero pessoal, é mais uma que vou juntar ao processo cível que estou a fazer contra o dr. Meirim [ndr: presidente do Conselho de Disciplina]. Os castigos vão se sucedendo mas também o processo cível vai engrossando. Estamos a atingir os limites dos limites", comentou, fazendo uma revelação a seguir.

"No último mês a polícia já foi três vezes a minha casa a altas horas da noite, por telefonemas anónimos, de barulho a violência doméstica. Antes de ser presidente Sporting, sou filho, pai, marido e estou a ser permanentemente incomodado com estas situações. Alguém vai ter de pagar por isso e o primeiro será o dr. Meirim", disse.

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