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Nobel: Kazuo Ishiguro, o pensamento sobre a memória e o esquecimento

Logótipo de O Jogo O Jogo 05/10/2017 Administrator

O escritor britânico Kazuo Ishiguro, distinguido hoje com o Prémio Nobel da Literatura, autor do romance "Os Despojos do Dia", nasceu há 63 anos em Nagasaki, no Japão, mas fixou-se na infância, com a família, no Reino Unido.

No final da década de 1970, Ishiguro graduou-se em Inglês e Filosofia na Univrsidade de Kent, e estudou em seguida Escrita Criativa na Universidade de East Anglia, em Inglaterra.

Kazuo Ishiguro tornou-se desde então escritor a tempo inteiro. Começou por publicar contos na revista literária Granta, e o seu primeiro romance data de 1982, "A Pale View of Hills", publicado em 1990 em Portugal, pela Relógio d'Água, ao qual se seguiu "An Artist of the Floating World" (1986), situado em Nagasaki, poucos anos após a II Grande Guerra (1939-1945)

Segundo a Academia Sueca, os temas que Kazuo Ishiguro aborda - a memória, o tempo, a desilusão de si próprio - evidenciam-se já neste romance, editado em Portugal pela Livro Aberto, também em 1990, com o título "Um Artista no Mundo Transitório".

A preocupação com a memória e o esquecimento é particularmente notória no seu mais conhecido romance, "The Remains of the Day" (1989), editado em 1991 em Portugal pela Gradiva, com o título "Os Despojos do Dia".

A obra foi adaptada ao cinema, em 1993, pelo realizador James Ivory, com argumento do próprio escritor e de Ruth Prawyer Jhabvala, com Anthony Hopkins e Emma Thompson, por protagonistas.

Segundo a instituição sueca, a escrita de Ishiguro é marcada por uma cuidadosa contenção, independentemente do local da narrativa.

NL/JZF

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