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Nova ministra da Saúde de Angola defende diagnóstico profundo ao setor

Logótipo de O Jogo O Jogo 17/10/2017 Administrator

A nova ministra da Saúde de Angola defendeu a necessidade da realização de um diagnóstico profundo da situação do setor que dirige, que tem como uma das principais preocupações a humanização e a prevenção.

A posição foi transmitida em declarações à agência Lusa pela ministra Sílvia Lutucuta, empossada em funções no final de setembro, e depois de o Presidente de Angola, João Lourenço, ter aludido às preocupações sobre o setor da saúde, no seu discurso sobre o estado da Nação, na segunda-feira.

"Temos que trabalhar mais, temos que fazer um diagnóstico profundo da situação da saúde em Angola, a humanização é uma preocupação desse executivo, temos que prevenir, temos que ter uma saúde pública mais atuante para prevenir as doenças e também olharmos para as questões importantes com os nossos quadros", disse a ministra.

No seu discurso sobre o estado da Nação, o Presidente angolano admitiu a existência de um "défice claro em infraestruturas sanitárias e médicas, o que se repercute em elevadas taxas de mortalidade", sublinhando que se impõe que o executivo priorize neste mandato a área social.

Segundo Sílvia Lutucuta, além do défice de infraestruturas, contribuem para o elevado índice de mortalidade no país "técnicos qualificados, recursos também, medicamentos e descartáveis".

"Nós temos várias dificuldades, mas no atual contexto económico temos que definir bem as prioridades", disse a governante, apontando a prevenção como a principal estratégia.

"A principal prioridade é prevenir para não remediar, temos que trabalhar, não sozinhos, mas com outros setores, o Ministério do Ambiente, por causa das condições do saneamento do meio ambiente, temos que trabalhar com o setor económico, em estreita colaboração, da administração do território", frisou.

Relativamente à malária, a principal causa de morte no país por doença, Sílvia Lutucuta reiterou que a prevenção, através da sensibilização da população é a principal arma para o combate.

"Educar a população, esta é a primeira arma de saúde pública, saber que o mosquito pode causar a doença, as pessoas têm que saber e, entretanto, temos que trabalhar com outros setores, sei que há toda a disponibilidade para trabalharmos de forma integrada para combatermos os locais que podem ser criadores de mosquitos", referiu.

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