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O Benfica-FC Porto num ponto de vista com sotaque

Logótipo de O Jogo O Jogo 01/04/2017 Alcides Freire
. © Fornecido por O jogo .

No Brasil e em Portugal, "clássico é clássico. E vice-versa". O jornalista Bruno Andrade, brasileiro, está em Portugal há cerca de ano e meio e este sábado estará no Estádio da Luz para o seu segundo clássico português. Antes, esteve no FC Porto-Benfica da primeira volta.

O Benfica-FC Porto tem todas as características dos grandes clássicos nacionais do Brasil. Corinthians-Flamengo, Palmeiras-Vasco, São Paulo-Cruzeiro... Alta expectativa entre adeptos e imprensa, qualidade técnica e provocações. Em Portugal, no entanto, a polémica que envolve os bastidores dos clubes acaba, infelizmente, por ganhar mais destaque. É triste. Jogar à bola fica em segundo plano, a perder espaço para declarações de presidentes, pressão antecipada sobre a arbitragem, entre outros.

O que importa, de facto, é o futebol dentro das quatro linhas. O Benfica teve a oportunidade de chegar ao duelo deste sábado na Luz como um favoritismo ainda maior. Caiu um pouco de rendimento nos últimos jogos, mesmo tendo vencido praticamente todas partidas. A defesa encarnada tem falhado e Pizzi, que vinha sendo o grande nome da equipa, tem sido inconstante. O FC Porto demorou, mas acabou por encontrar uma forma de jogar eficiente, principalmente depois da chegada de Soares. A disputa ponto a ponto pela liderança é, por isso, merecida.

"Clássico é clássico. E vice-versa". É assim que os brasileiros encaram os grandes confrontos. Isso porque o favoritismo, quase sempre, de nada vale. É apenas um termo para instigar claques e render discussões entre jornalistas. Perdi a conta de quantas vezes vi uma equipa em crise a triunfar em cima do dono do trabalho mais vistoso. Curiosamente, os grandes jogos em Portugal têm os mesmos ingredientes. Melhor para o futebol.

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