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O raro estilo de liderança de Sérgio Conceição

Logótipo de O Jogo O Jogo 05/06/2017 Alcides Freire

Sessões de coaching, stand up comedy, paintball, karting e tudo o que diferencia o novo treinador do FC Porto

Sérgio Conceição chegará ao FC Porto para impor um cunho pessoal e, no que respeita à liderança da equipa profissional, são vários os comportamentos que o diferenciam dos treinadores anteriores. Eventualmente até da maioria dos técnicos da I Liga. Especialmente quando os assuntos têm que ver com dinâmicas de grupo.

Sérgio Conceição © Fornecido por O jogo Sérgio Conceição

Para Conceição, o jogador é tudo e a defesa do mesmo assume, para si, uma relevância tremenda. Daí que o técnico não se esquive até de ajudar nas questões pessoais que possam preocupar os jogadores e condicionar o seu rendimento. O balneário é um dos espaços que mais tem por sagrado. Lá só entra quem o treinador autoriza. É impossível fechá-lo em dias de jogo, pois há trabalho a fazer desde a área burocrática às questões que implicam tratamentos, fisioterapia e até massagens de aquecimento, mas Sérgio não o quer aberto a todos. O que é do grupo fica no grupo, acredita. Por isso, quando marca almoços ou jantares de grupo, não convida dirigentes nem funcionários. Não foi sempre assim, mas a regra é essa: só jogadores e elementos da equipa técnica podem estar presentes.

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Stand up comedy pelo amigo Fernando Rocha

Foi em convívios do género que o líder mais surpreendeu em Olhão, Braga, Coimbra e Guimarães. Especialmente quando, sem ninguém contar, apareceu ao lado de Fernando Rocha, o conhecido humorista. "Ele acredita no humor como forma de descontração. Acredita que fazer rir a malta é um bom anti-stress. Quando tem um jogo importante, sente os jogadores nervosos, ou quando a equipa passa por uma má fase, chama-me. E já levei o Pedro Neves e o João Seabra [outros humoristas] comigo. Damos o nosso espetáculo, o grupo diverte-se e alivia a pressão", conta-nos Fernando Rocha. "Uma vez, perto de Coimbra, disse-me que podia estar muito maldisposto, mas que depois de um espetáculo meu, tudo passava", continua. Foi aí que tudo começou. No Braga e em Guimarães intensificou a prática. Fernando Rocha sentiu, de forma geral, os bracarenses mais entusiasmados.

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