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Obras do Plano de Drenagem de Lisboa devem começar no terceiro trimestre de 2018 - Câmara

Logótipo de O Jogo O Jogo 27/10/2017 Administrator

As obras do Plano Geral de Drenagem de Lisboa deverão ter início no terceiro trimestre de 2018, com um valor estimado de 106 milhões de euros e um prazo de conclusão de três anos, estimou a Câmara Municipal.

Numa resposta enviada à agência Lusa, a Câmara Municipal de Lisboa refere que o Concurso Público Internacional para a execução dos dois túneis do Plano Geral de Drenagem "foi autorizado, por unanimidade, na reunião de Câmara do passado dia 22 de junho", mas ainda não foi lançado.

Segundo a autarquia, o seu anúncio público está "dependente da obtenção da Declaração de Impacte Ambiental, da responsabilidade da Agência Portuguesa de Ambiente", o qual foi entregue para avaliação "em 24 de março último".

A Câmara estima então ter a Declaração de Impacte Ambiental ainda "durante este mês de outubro" para depois proceder à publicação do concurso público na modalidade de conceção-construção "durante o mês de novembro".

O "valor base do concurso público é de 106.302.000 euros", excluindo o imposto sobre o valor acrescentado (IVA), e o prazo máximo são 1.200 dias (três anos).

A autarquia da capital explica que com a entrega das propostas dos concorrentes (estimada para fevereiro do próximo ano), "proceder-se-á à sua análise e qualificação para escolha da entidade que executará esta obra".

Assim, o executivo liderado por Fernando Medina (PS) estima "poder fazer a adjudicação até final do segundo trimestre de 2018".

Também a consulta pública "ainda não se iniciou", acrescenta o município.

Em meados de 2015, quando foi anunciada a construção de dois túneis entre Santa Apolónia e Monsanto (com cinco quilómetros de extensão e 5,5 quilómetros de diâmetro), e entre Chelas e o Beato (com um quilómetro de extensão e igual diâmetro), bem como um coletor entre as avenidas de Berlim e Infante D. Henrique, para combater as inundações na cidade, a Câmara estimou que a construção se iniciasse até 2019, num investimento de 170 milhões de euros.

Na resposta enviada à agência Lusa, é referido que "além da execução dos túneis propriamente ditos, vai-se proceder à construção de uma Bacia Anti-Poluição no início do túnel Monsanto-Santa Apolónia e ao rearranjo do espaço público na zona de Santa Apolónia até ao terminal de passageiros".

Em causa está um investimento total de quase 180 milhões de euros, que contempla outras obras como a criação de bacias de retenção e de absorção e de coletores de maiores dimensões (com uma extensão de 170 quilómetros), e o reforço da rede existente.

Os túneis entre Santa Apolónia e Monsanto e entre Chelas e o Beato são as intervenções mais dispendiosas.

São também as obras com mais impacto, pois permitirão resolver entre 70% a 80% dos problemas, de acordo com a Câmara.

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