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OE2018: CDS-PP diz que orçamento não tem medidas para "estimular o investimento das empresas"

Logótipo de O Jogo O Jogo 16/10/2017 Administrator

A presidente do CDS-PP, Assunção Cristas, considerou hoje que a proposta de Orçamento do Estado (OE) para 2018 não integra medidas para "estimular o investimento das empresas", o que limita as condições para o "crescimento sustentável" da economia.

Falando aos jornalistas depois de um encontro com a Confederação Empresarial de Portugal (CIP), Cristas disse ter escutado dos empresários a perspetiva de que o Orçamento "se preocupa muito pouco" com o estimular do investimento das empresas, visão que o CDS-PP corrobora.

"Quando estamos a falar de investimento, estamos a falar em crescimento económico, em postos de trabalho e em condições para a nossa economia progredir de forma duradoura e sustentável. Ouvimos alguma apreensão da CIP em relação ao rumo que podemos estar a ter nesta matéria", disse Cristas, no final do encontro de mais de uma hora com os responsáveis da confederação, em Lisboa.

O CDS-PP considera necessário retomar o caminho de descida do IRC para as empresas e reiterou a aposta na isenção do IRS nas horas extraordinárias, por exemplo.

Os centristas reúnem-se entre hoje e terça-feira com os diversos parceiros sociais: no encontro com a CIP estiveram presentes, além de Assunção Cristas, os dirigentes e deputados Pedro Mota Soares e Cecília Meireles.

Na proposta de OE2018 entregue na sexta-feira à noite pelo Governo no parlamento, o executivo prevê um défice orçamental de 1% do PIB e um crescimento económico de 2,2% no próximo ano.

O Governo melhorou também as estimativas para este ano, prevendo um crescimento económico de 2,6% e um défice orçamental de 1,4%. Quanto à taxa de desemprego, deve descer de 9,2% este ano para 8,6% no próximo.

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