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OE2018: Governo espera arrecadar 500 ME com dividendos do Banco de Portugal

Logótipo de O Jogo O Jogo 14/10/2017 Administrator

O Governo espera receber, no próximo ano, "500 milhões de euros" de dividendos do Banco de Portugal, disse o ministro das Finanças, Mário Centeno, em conferência de imprensa, valor que representa mais 43% do que o Estado encaixou este ano.

Este ano, o Banco de Portugal entregou dividendos no valor de 352 milhões de euros aos cofres públicos relativos ao exercício de 2016, quase o dobro do montante entregue no ano anterior, mas ainda assim abaixo dos 450 milhões de euros esperados pelo Governo.

"Os dividendos do Banco de Portugal ascenderão em 2018 a 500 milhões de euros, consubstanciando um incremento de mais 148 milhões de euros face ao recebido em 2017", lê-se também no relatório que acompanha a proposta do Orçamento do Estado para 2018 (OE2018) hoje conhecida.

Já relativamente a 2015, o BdP entregou ao Tesouro dividendos de 186 milhões de euros.

A entrega de dividendos pelo banco central ao Estado depende dos lucros gerados -- que têm aumentado nos últimos anos, acompanhando o investimento em mais dívida pública -, mas também o grau de provisionamento que a entidade define (se as provisões diminuem, o que depende do risco dos ativos avaliados, o valor entregue ao Estado aumenta).

O Banco de Portugal não contribui apenas com dividendos para os cofres públicos, pagando ainda o Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Coletivas (IRC).

Este ano, o Banco de Portugal entregou dividendos de 352 milhões de euros e mais 175 milhões de euros relativos ao Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Coletivas (IRC), ou seja, contribuiu com 527 milhões de euros para o Tesouro.

Na proposta de Orçamento do Estado para 2018 entregue na sexta-feira à noite pelo Governo no parlamento, o executivo prevê um défice orçamental de 1% do Produto Interno Bruto (PIB) e um crescimento económico de 2,2% no próximo ano.

O Governo melhorou também as estimativas para este ano, prevendo um crescimento económico de 2,6% e um défice orçamental de 1,4%. Quanto à taxa de desemprego, deve descer de 9,2% este ano para 8,6% no próximo.

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