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Onda azul distribuiu 400 mil euros

Logótipo de O Jogo O Jogo 10/03/2017 Hugo Monteiro

Com os jogos que falta disputar até final do campeonato, os adeptos portistas serão responsáveis pela entrada direta de cerca de meio milhão de euros nas tesourarias dos clubes visitantes.

Os jogos em casa deixaram de ser, há muito tempo, decisivos para as contas dos clubes, hoje mais reféns das transmissões televisivas e da venda de jogadores do que propriamente da receção ao Benfica, que, especialmente se fosse em agosto, era a "taluda e a terminação", nas palavras que um dia António Fiusa, presidente do Gil Vicente, utilizou para a descrever. "A receita de bilheteira, seja de FC Porto ou Benfica, já não é o abono de família dos clubes", explicou fonte do Rio Ave, que no dia em que recebeu o FC Porto faturou cerca de 150 mil euros, mais de metade relativo à contribuição azul e branca. Mas o jogo foi em agosto, com muitos emigrantes, e dispostos a pagar.

"Face a posição dos três grandes, impedindo a centralização dos direitos televisivos, os clubes mais pequenos perdem milhões de euros todos os anos. Assim sendo, falar de abono de família é algo que não faz qualquer sentido, pois não é a receita de bilheteira de um jogo que vai compensar os clubes das verbas perdidas", acusa Rui Alves, presidente do Nacional, que, pela insularidade, tem sempre mais dificuldades em receber adeptos do continente. Este ano, encaixou apenas nove mil euros nos bilhetes para adeptos do FC Porto.

O Arouca aponta para uma receita pouco superior a 60 mil euros, quase toda oriunda dos adeptos portistas. Com os cinco mil bilhetes cedidos ao FC Porto, o V. Guimarães garantiu 67 mil euros. O Tondela passou dos 20 mil. O Paços chegou aos 22 500 euros e o Sporting aos 62 mil. Soma feita, a onda azul distribuiu pouco acima dos 300 mil euros, só entre aqueles clubes dos quais dispomos a informação de quantidade de bilhetes cedidos/preço. Faltam Boavista, Belenenses, Estoril e V. Setúbal, que acrescentarão pelo menos mais cem mil euros.

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